domingo, 7 de setembro de 2014

26º Capitulo - « Este agora entra aqui pensa que é tudo dele…»

- Não te despediste do Mario – a Halle falou, rodando a chave de casa e abrindo a porta.
- Eu nunca me despeço deleque mentiraalém disso ele vai voltar para Munique não vai para Marrocos.
- Admite, vais ter com ele esta semana.
- É essa a minha intenção, sim.
- Thaís…queres que eu te conte…tudo?
- Sim, claro. Quando me quiseste contar da outra vez não quis ouvir e esqueci um pouco o assunto mas fala. Lembro-me que me disseste que engravidaste aos dezasseis.
- Estás tão…animada!
- Então? Eu ganhei aquilo! As minhas meninas arrasaram e ganharam aquilo e além do mais a vida está a correr-me tão bem…estou só de ouvidos para saber essa tua história com a Lóris. Já agora…foste tu que lhe deste o nome?
- Sim…mas às vezes as famílias de acolhimento mudam o nome mas nela não…foi mais uma prova de que era ela.
- Vá, conta-me tudo.
- Como já sabes engravidei aos dezasseis de um rapaz chamado Kyle que nunca mais ouvi falar na minha vida. Foi complicado, andei entre obstetra e psicólogo durante nove meses. Os meus pais passaram-se da cabeça quando souberam, ouvi os típicos sermões de: vais estragar a tua vida, não tens maturidade para ter um filho, não sei como pudeste deixar que isto acontecesse…foi um verdadeiro filme a minha vida nesse ano mas consegui passar de ano e como quando tive a Lóris, pouco depois de fazer dezassete anos, ela foi logo para a adoção não me afetou nada em termos escolares. – fez uma pausa respirando fundo – isto é o essencial. Os meus pais deram-me a escolher se eu queria ficar com a criança ou não, depois dos sermões tive a confirmação do apoio deles se eu quisesse ficar com a minha filha mas eu tinha a noção que com aquela criança na minha vida tudo iria mudar e por isso preferi dá-la para adoção…mas nunca pensei que doesse tanto separar-me dela quando nasceu… - uma lágrima rolou pelo seu rosto – e bem…acho que é isto.
- Como é que a descobriste?
- A segunda vez que fui aos teus ensaios com elas, a Lóris saltou-me logo à vista. Aquele cabelo encaracolado, aqueles traços latinos e o nome…quando falei com ela a primeira vez senti que era ela mesmo e a Lóris confirmou quando me disse que a mãe dela não teve uma barriga grande quando ela nasceu – ri-me juntamente com a Halle, era uma expressão engraçada para dar a entender que não era a mão biológica dela.
- E agora? O que pensas fazer?
- Acho que nada...ela está feliz, está acolhida por uma família que a ama de certeza, se falar com os pais dela podem achar que eu quero ficar com ela ou coisa parecida, algo que eu não quero de todo. Não é que não me importasse mas ela agora tem uma família e está feliz.
- Mesmo assim…podias tentar qualquer coisa. Tenho a certeza que ela tal como eu tem curiosidade de conhecer a mãe biológica, se calhar na idade dela ainda não mas terá.
- Tu tens curiosidade de conhecer a tua mãe biológica?
- Que pessoa que é adotada é que não tem? Tento não pensar muito nisso, é verdade, mas tenho curiosidade sim e um dia gostava de a conhecer. – abanei a cabeça libertando-me daqueles pensamentos – arrependeste? – perguntei curiosa.
- Não. Não me arrependo. Sou feliz, tenho amigos perfeitos, namorado perfeito e família perfeita também, se há coisa que não me arrependo é de dar a Lóris para adoção, pelo menos sei que ela é feliz e não se comigo o tinha sido.
- Isso é realmente bonito. – o som da porta a abri chamou a nossa atenção e olhámos as duas para o Marco que entrava.
- Desculpem, interrompi alguma coisa?
- Não. – disse a Halle com um sorriso no rosto – já tínhamos acabado.
- É! Este agora entra aqui pensa que é tudo dele… - atirei brincando.
- Estás com ciúmes? O teu namorado disse que nem te despediste dele…
- Foi cheio de ciúmes para Munique? – perguntou a Halle rindo.
- Foi e disse para te dizer, Thaís Götze, que tem saudades de te comer.
- Thaís, deixaste o Marinho com falta – a Halle falava em tom de gozo enquanto o Marco se sentou nas pernas dela.
- Oh! Calem-se, quem não deve estar com falta é a minha tia.
- A Evelyn? – perguntou o Marco.
- Sim, só pode haver uma razão para ela não ter ido ver a apresentação…sexo!
O Marco e a Halle riam-se como se soubessem de algo que eu desconhecia. A porta voltou a abrir-se e desta vez foi a minha tia que entrou.
- Boa noite meus corações! – saudou com uma alegria enorme fazendo com que a Halle e o Marco se rissem ainda mais.
- Agora toda a gente tem a chave desta casa? – perguntei perplexa – agora só falta aí entrar o engate da minha querida tia!
- Olha que…é só o Marco dar aqui uma festa. - a Halle falou continuando a rir-se.
- Não vos entendo! Está tudo a rir-se porquê?
- Nada, minha querida – a Evelyn sentou-se junto a mim dando-me um beijo na bochecha – desculpa não ter ido à tua coisita, a loucura chamou por mim.
- Não acredito que acabei de ouvir isto… - sussurrei.
- Ai – suspirou, estava apaixonada? Olhei-a esperando uma resposta para aquele suspiro – sabes como é… - explicou – ainda por cima é bom com redes, é de aproveitar.
- Não… - começava a juntar as peças na minha cabeça, amigo do Marco, bom com redes – Não, não e não! – levantei-me colocando-me em frente à Evelyn – o Weidenfeller?
- Roman é o nome dele. – advertiu.
- Mas tu és velha!
- Thaís! – repreendeu-me – eu tenho trinta e cinco anos, não sou velha!
- És para encontrar agora o amor! Eu nunca te vi suspirar assim! E…e o Weidenfeller?
- O que é que tem? Tu também não andas com o Mario Götze?
- Mas…mas como é que vocês se conheceram?
- A Evelyn saiu comigo e com o Marco há dois dias – a Halle que até agora não pronunciava uma única palavra falou – e conheceu o Roman.
As palavras faltavam-me, estava perplexa com isto tudo.
- Agora eu tenho que ir – olhou para o relógio – combinei ir jantar com o Roman. Adeus meninos – levantou-se, chegou perto de mim e beijou-me a testa – adoro-te pirralha e não digas que sou velha que me ofendes.
- Não és velha, és uma jovem – disse-o como se o fizesse sobre o efeito de algum tipo de droga. Saiu pela porta com um sorriso estampado na cara – viram aquilo? – a Halle já tinha trocado de lugar com o Marco e agora estava no seu colo – isto não é normal!
- É o amor Thaís – disse a Halle.
- Amor? A culpa é tua, Marco! A culpa é toda tua porque os apresentaste!
- Thaís, eles são tão fofos.
- Vocês acham aquilo fofo?
- Sim – responderam ao mesmo tempo.
- Não é fofo! – contrariei.
- Agora tens a Tia Evelyn e o Tio Weidenfeller. – atirou o Marco gozando.
- Cala-te! Isso é horrível de imaginar.
- Vai-te habituando Thaís. Ela…está mesmo apaixonada. – concluiu a Halle com o seu sorriso típico na cara.


Jantámos os três calmamente. Não pararam de gozar os dois comigo por causa do mais recente amor da minha tia. A verdade é que nunca a tinha visto tão contente. Quem sabe esta vinda a Dortmund não lhe mude a vida.
- Sempre tive uma dúvida acerca de vocês. – disse a Halle no fim do jantar.
- O quê?
- Vocês conheciam-se, certo? Mas não se davam? É que na festa em casa do Marco eu tive a sensação que vocês mal se falavam.
- Eu passo a explicar – tomei a palavra preparando-me para contar toda a história desde o inicio – eu e o Marco conhecemo-nos desde que eramos crianças acho eu mas nunca tivemos assim uma ligação forte. Até porque ele era muito feio – gozei.
- Thaís! Não era nada – barafustou a Halle.
- Pois não. Ele era lindo – disse em tom de ironia – bem os nossos pais trabalham há muitos anos juntos e vem daí tudo mas nunca nos demos como amigos.
- A Thaís era rabugenta e uma pequenita estúpida.
- Era bem fofa eu! – defendi-me – continuando e terminando. Chegamos a passar ferias juntos quando eramos mais pequenos mas na adolescência deixamos de nos encontrar, só em jantares ou almoços e muitas vezes o Marco nem ia por causa do futebol, suponho.
- Sim, deixei de passar ferias com os meus pais e excluir esses almoços da agenda quando no Dortmund aquilo começou a ser a sério.
- E agora aqui estamos nós. Eu cada vez mais linda, ele cada vez mais feio.
- Ela chata e rabugenta como sempre.
- Não te queixes que de mim só levaste uma chapada, agora é a Halle que te tem que dar as chapadas que mereceres.
- Bateste no meu Marco? – perguntou a Halle acariciando-lhe o rosto.
- Foi só uma chapada! E foi devagar.
- Dizes que foi devagar porque não a sentiste!
- Olha eu lembro-me eu tinha para aí uns dez anos e tu devias ter uns treze. Estávamos a passar férias no sul de França. Os meus pais tiveram a bela ideia de pôr o Marco a tomar conta de mim. Eu queria ir à água e ele disse que não, eu entrei na água, o menino Marco agarrou-me o braço e puxou-me para fora da água e levou uma chapada.
- Vê lá como ela já era bruta…e eu só estava a protege-la.
- Então conheceste a Cíntia? – perguntou a Halle ao Marco.
- Sim, essa não era tão chata. – atirou.
- Eu nunca fui chata! Tive muitos namorados quando era pequena.
- E depois deste-lhes chapadas e eles fugiram – gozou o Marco.




- Vamos sentir a tua falta – disse a Emma pegando na minha mão – gostamos muito de ti – disse como que falando por elas todas.
- Eu também gosto muito de vocês e eu não sei o que vou fazer a seguir ao meu estágio mas eu estarei sempre presente esteja onde estiver.
- Como? – perguntou uma delas.
- Eu tenho-vos aqui – encostei as minhas duas mãos ao meu coração – e sei que cada uma de vocês também me tem aí. Mesmo longe, eu estarei presente.
Ainda algumas me olhando com alguma dúvida sorriram. Esta despedida delas estava a custar-me tanto, sentia-me tão completa junto delas e deixá-las não estava a ser tão fácil como imaginei.
- Até ao verão, vocês vão ficar com o Denis. – olharam-me não muito contestes – meninas – pedi – eu sei que vocês até gostam dele e ele também gosta de vocês.
- Mas ele, não és tu – disse a Lóris levando-me a sorrir. Agora prestava atenção quando falava com ela, havia mesmo algo que fazia lembrar a Halle. O olhar…talvez fosse o olhar.
- Mas eu volto, eu prometo que volto. – assegurei – agora abraço de grupo. – baixei-me ficando da altura delas, abraçaram-se a mim e fechei os olhos saboreando aquele momento. Como é que seres que mal sabem o que é o amor, o conseguem dar numa quantidade tão grande?



Arrumava alguma da minha roupa na mala enquanto a minha mãe me olhava.
- Não gosto nada de fazer malas – cometei enquanto deliberava comigo mesmo que roupa se adequaria melhor ao tempo que fazia.
- Thaís…a viagem não é demasiado grande?
- Mãe, já a fiz algumas vezes.
- Mas nunca a conduzir! Ainda são algumas horas de viagem.
- Já sou grande!
- Continuas a ser a minha menina e tenho medo que te aconteça alguma coisa.
- O Mario costuma-me tratar bem.
- Não me refiro ao Mario, eu sei que ele te trata bem, referia-me à viagem.
- Eu sei mas está tudo bem, vai correr tudo bem. – assegurei.
- Pronto, está bem, vou deixar de me preocupar tanto. O teu pai vem esta semana.
- Eu venho cá no fim-de-semana, não conto ficar lá com o carro no estágio mas agora para levar as malas todas dá jeito.
- Ele não sabe do Mario.
- Nem tem que saber! – disse olhando-a de relance.
- É teu pai.
- E tu és minha mãe.
- Eu não lhe vou contar, vais ter que ser tu a fazê-lo.
- Tudo bem. Duvido que aquele namoro dure muito por isso…
- Não mintas. Nessa tua cabeça esse namoro é a coisa mais preciosa que tens neste momento. – não me atrevi a responder, tinha que acabar de fazer as malas.




- Cheguei a Munique! – disse à Halle que estava em alta voz.
- Boa! Chegaste a Munique não a casa do Mario.
- Isso é agora é fácil, morada dele no GPS resolve. – coloquei os dados no GPS esperando que encontra-se o caminho – quinze minutos e estou lá.
- O vosso apartamento é muito longe da casa do Mario?
- Sim, ainda é um bocado.
- Assim já não podes escapar de noite para ir ter com ele.
- Essa nunca foi a minha intenção, Halle.
- Vocês agora vão ter uma semana bonita com muito amor.
- Provavelmente…mas sem a parte do amor.
- Na vossa cara está estampado amor.
- É amor é principalmente com o irmão dele lá em casa.
- O Fabian?
- Sim, essa coisa. – disse desvalorizando-o.
- Pensei que vocês se davam bem.
- Ele não gosta de mim…
- Tal como tu não gostas dele.
- Sim! Temos isso em comum pelo menos.
- Bem – a voz da Halle mudou – recebi outro papel pouco bonito que indiretamente diz que se não me afastar do meu namorado, o Marco, a minha vida será arruinada.
- Será que o Mario também tem fãs dessas?
- Thaís…e se não for uma fã?
- É uma ex-namorada dele.
- Tenho medo, Thaís.
- Conta-lhe? Porque é que não lhe contas?
- Não o quero preocupar com isto.
- Tens medo de lhe contar.
- Também…
Olhei em volta em quanto conduzia e avistei a casa do Mario ao fim da rua. Tinha o carro cá fora, algo que não era muito comum.
- Halle… - disse-lhe com uma vontade enorme de me rir.
- Eu conheço essa voz, que porcaria fizeste, tu?
- Acabei de atropelar o carro do Mario.
- O quê? – perguntou perplexa.
- It’s not my fault. A culpa é do Mario que não sabe estacionar o carro dele como deve ser.
- Fizeste muito estrago?
- Que pergunta é essa? Claro que não! Foi só um mini atropelamento. Um toque mínimo. Esta porra é que ligou o alarme. – peguei no meu telemóvel e saí do carro – oh.
- Oh?
- Sim…nem se nota que lhe atropelei o carro.
- Querias que se notasse?
- Tinha mais piada.
- E levavas um sermão daqueles do Mario.
- E acho que ainda vou levar – olhei para a frente da casa do Mario, ali estava ele a sair de casa e a vir até mim com uma cara assustadora – vou desligar, beijinho.
- Se ele te matar, liga. Beijo.
- Thaís Baden o que é que tu fizeste ao meu carro?
- Nada! – menti – desliga mas é alarme que ainda acordas a tua vizinha da frente, a senhora quer dormir de certeza.
- Olha para isto! – disse apontando para a traseira do carro onde não se notava absolutamente nada a meu ver.
- Isso não tem nada, Mario.
- Coitadinho!
- Sim…coitadinho foram-lhe ao… - decidi não acabar a frase o olhar do Mario assustava-me.
- Tu foste-lhe…
- O meu carro é que foi. E a culpa é tua porque não sabes estacionar um carro como deve ser. E não negues! – ele ia falar mas continuei sem o deixar dizer uma única palavra – porque eu bem vi como estacionaste o carro no parque de estacionamento da garagem do estádio da outra vez.
- Estava com pressa…
- É e eu também estava com pressa para chegar aqui e ver-te mas…tive uma receção tão boa, é que nem te dignaste a dar-me um beijo!
Chegou perto de mim, colocando a sua face perto da minha mas afastei-me.
- Não quero! – barafustei – agora não quero! Primeiro tratas-me mal e agora vens-me dar um beijo.
- Eu não te tratei mal – olhei-o tentando que ele percebesse o que tinha a fazer – desculpa ter discutido contigo.
- Desculpa ter atropelado o teu carro.
- Ele não interessa – desvalorizou – tenho saudades tuas – voltou a aproximar-se de mim, não me afastei e ele juntou os seus lábios aos meus. Tinha saudades daqueles beijos. Daquelas suas mãos que já passeavam por todo o meu corpo, tinha sentido falta de tudo aquilo durante os dias que havia ficado sem ele.
- Sabes? – mordi-lhe o lábio inferior afastando-me depois para continuar a falar – a Thaís é toda tua durante esta semana.
- Que plano tão tentador. – concluiu juntando novamente os seus lábios aos meus calmamente.

4 comentários:

  1. Olá :)
    Essa história da Halle e da Loris ser filha dela entusiasmou-me :)
    Espero bem que a miúda seja filha dela :)
    Adorei saber que a Thais e o Marco já se conhecem há bués e fartei-me derir com esta cena da batidela no carro do ciumento do gotze :P
    O Gotze com a Thais durante uma semana?...hum!...que tentador :P
    Próximo sff :)
    Bjs :*

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  2. É um vício ler isto, é uma droga das boas...fico mesmo tão em paz, bem comigo mesma, com amor, quando leio a Boundi (acontece o mesmo com as outras mas...esta torna-se ainda mais especial.)
    Ai porra esqueci-me: olá!
    Que dizer acerca deste maravilhoso, lindo, bonito, sincero, amoroso e FLAWLESS capitulo? Dizer que é simplesmente perfeita a forma como escreves, como expões todos os sentimentos de uma forma sentida e sincera. Entre nós...é amor. E tu o sabes.
    Desde o primeiro capitulo até agora...está a crescer de uma maneira estrondosa, poderosa e só anseio por mais e mais.
    Por isso, meu amor, quero mais e mais e maiiiiis.

    Beijos, beijinhos.
    A tua Ana.

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  3. Olá

    Fantástico *_* Mais :D


    Beijinhos


    Catarina

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  4. Olá!
    Isto é bom demais <3
    Bem a história da Halle não é fácil. Cheira-me que isto não acabou, aliás estou com o feeling de que mal começou! Há muita coisa em jogo. Veremos o que terás planeado para esta história!
    E eu adoro a Thais! Tão...divertida e impulsiva. Sempre que ela e o Marco "discutem" é hilariante.
    E esta chegada a Munique... Bem porque é que o Fabian não vai para o outro apartamento com a colega da Thais e a Thais vai animar o menino Mario?? Era uma excelente ideia. Não seria de estranhar que a produtividade profissional deles baixasse... Energias gastas noutra coisa.
    Venha daí o próximo! (agora já serei mais rápida a comentar)

    Ana Santos

    P. S. Continuo atrasada nas tuas outras fics. Sorry :-/

    P. S. 2 aquela tia da Thais... Ahahahahah hilariante. O melhor mesmo é ver como a Thais fica chocada xD

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