domingo, 9 de março de 2014

12º Capitulo - «Queremos não queremos, discutimos, beijamo-nos, somos nós…»

- Que tal eu e tu no Dubai?
- Não. – respondi abrindo a porta de casa.
- Não? Porque não Thaís?
Acabei por entrar em casa e atirar a mala para o sofá fui até ao meu quarto e atirei o telemóvel para cima da cama já em alta voz.
- Porque…deixa-me pensar – abri o armário procurando por algo para vestir – porque não!
- Tha… -implorou.
- Mario tu tens namorada, tem todo o sentido que vás com…ela!
- Não faz quando não quero ir com ela.
- Mas eu não vou contigo.
- És teimosa!
- Tu é que és – olhei para dois vestidos que estavam à minha frente – Mario ajuda-me, o preto assim com aquele decote atrás ou o azul-escuro com aqueles brilhantes em cima?
- O preto, tenho boas recordações com esse vestido.
Com boas recordações referia-se ao dia em que nos conhecemos era aquele vestido que eu levava naquela noite de Novembro. A noite em que o conheci, a noite que talvez gostava que nunca tivesses existido.
- Obrigada.
- Agora vens comigo passar a passagem de ano no Dubai.
- Não!
- Sim!
- Não! – respondi segura.
- É a tua ultima resposta?
- Não sei! – respondi no mesmo tom.
Ouvi a gargalhada do Mario do outro lado.
- Tu queres ir eu sei.
- Mas não é o correto.
- Se nós desde o inicio tivéssemos ido pelo que é correto eu agora não estava a falar contigo e muito menos estava a convidar-te para isto.
- Aí está uma prova que devíamos ter ido pelo que está correto.
- Não! –disse ele.
- Sim!
- Eu sabia que ias aceitar ir comigo.
- Mario!
- Tu disseste sim, por isso Dubai nos espera.
- Olha eu tenho que me vestir que estou atrasada. Falamos sobre isto depois.
- Depois é quando?
- Hoje à tarde talvez.
- Aqui?
- Não, não vou passar mais vergonhas à frente da tua mãe.
- Tha, tu não passaste vergonhas.
- Passei sim. Sabes bem que quando ela entrou no teu quarto nós estávamos os dois a dormir.
- E qual é o mal?
- Imagina que eras pai e entravas no quarto do teu filho e ele estava com uma rapariga.
- Se ele tivesse os meus 21 anos eu não me importava.
- Sim, dizes isso agora. Depois quero ver isso. Tenho de desligar que eu tenho que me vestir.
- Depois passas por cá ou não?
- Passo. Mandas-me mensagem?
- Mando. Bom almoço.
- Beijinho.
Desliguei a chamada e acabei de me preparar para o almoço em casa dos pais da Halle.
Pensei duas vezes antes de pegar novamente no carro do Mario mas acabei por leva-lo assim de casa da Halle ia logo ter com ele.

Acabei por tirar uma foto já no carro dele.

Já atrasada para almoço de Natal
- Porque é que o carro do Mario está lá fora? – perguntou-me a Halle quando fui ter com ela à sala.
- Porque ele veio comigo só que eu escondi-o no teu quarto para os meus pais não verem.
- Tu…estás a brincar não é?
- Eu não brinco.
- Passaste a noite com ele, só pode. Esse teu humor diz tudo.
- Passei mas nada aconteceu, exageramos ontem não é verdade? Então e a tua noite?
- A minha…noite.- o seu tom de voz estava estranho.
- Está tudo bem?
- Sim.
- Sim? Passou-se alguma coisa?
- Não meu amor, nada se passou. Adoro-te sim?
- Eu também te adoro muito. Estás estranha Halle.
- Nada que não passe com almoço da Elmara. – disse-me a sorrir.
- Fizeram-me um convite hoje de manhã.
- Foi?
- Dubai , passagem de ano, Mario Götze.
- Ui, aceitaste?
- Ainda não.
- E vais aceitar?
- Não sei.
- É uma boa oportunidade para vocês se conhecerem.
- Eu conheço-o Halle.
- É uma oportunidade de estarem sozinhos e passarem bons momentos.
- É…bons momentos.
- Não queres?
- Ele tem namorada, percebes?
- Amigos não passam férias juntos?
- Amigos não fazem o que nós andamos a fazer. Amigos não passam noites juntos, amigos não se beijam, amigos não têm as conversas que temos, amigos…é o que nós não somos.
- Ninguém disse que vocês não podiam ser mais que isso.
- Ninguém disse que podíamos.
- Essa cabeça anda uma confusão – disse depositando-me um beijo na testa.- Deixa-te levar apenas.
Deixar-me levar, além de perigoso pode ser a melhor coisa do mundo. O meu telemóvel tocou com som de mensagem e abri-a.

Ás 3.30 está bom para ti?
Espero-te, tem cuidado com o meu bebé.
Beijinho.

- É ele? – perguntou-me.
- Ás três e trinta dou-lhe resposta.
- Pensa bem.
- Vou pensar no melhor para mim.


***

- Odeio fazer malas – disse já farta de escolher roupa para as minhas miniférias.
- Sinceramente nem sei porque precisas disso tudo, tenho a certeza que roupa é o que vocês menos vão usar ou precisar. – atirou a Halle.
- Halle!
- Até parece que estou a dizer alguma mentira. É que eu nem sei…olha – começou a rir-se enquanto falava.
- Não sabes o quê?
- Como é que vocês, vocês que são…vocês ainda não, dizendo de uma maneira bonita, praticaram o amor.
- Se calhar porque é esse o problema.
- Qual?
- O amor.
- O quê? – disse sentando-se na cama junto a mim.
- Se nós nos envolvermos…
- Não! - disse interrompendo-me – diz antes quando vocês se envolverem.
- Tu andas com umas piadas. – encostei a palma da minha mão à testa dela – febre Marco?
- Que piada.
- Desculpa lá mas tem se estivesse aqui o Mario ele ia rir-se.
- Continuando a nossa conversa sobre ele.
- Pronto vamos continuar. O problema é que se quando nos envolvermos a coisa ficar séria.
- Ficar séria em que sentido?
- No sentido de…ele mexe comigo.
- Já tinha reparado.
- Ando farta disto. Prometi uma coisa a mim mesma.
- O quê?
- Que vou aproveitar bem o tempo lá e esquecer todos os problemas que andam na minha cabeça.
- Ligas-me?
- Não, ligas-me tu. – disse-lhe a rir.
- Vou ter saudades tuas, sabes?
- São só cinco dias. Dia 3 já cá estou à noite. Aqui ou em Munique.
- Agrada-me mais em Munique.
- Não te ponhas com ideias mas é!
- O que é que a tua mãe disse sobre esta viajem maravilhosa?
- Disse: Oh vais com o Mario que bom!
A Halle começou a rir-se muito enquanto eu continuava a fazer a mala.
- E tu?
- Perguntei-lhe porque é que ela não me proibia de ir.
- E ela?
- Disse: Thaís, filha tens 21 anos, tens idade para tomar as tuas decisões e liberdade de escolher.
- Isto tem piada.
- Uma piada louca.
- Vais amanhã?
- Sim.
- Escala?
- Nop, é voo direto de Munique. Ainda tenho que ir hoje à noite para Munique para amanhã ir para o Dubai.
- Uh que cansativo nem vais estar com o teu Mario nem nada.
- Oh! Da mãe dele se faz favor.
- Não digo mais nada.
- Acho que me estou a meter por um caminho bem perigoso.
- Vai correr tudo bem – assegurou-me.

***

Acordei com uma dor enorme no pescoço, levantei cuidadosamente o meu pescoço do ombro do Mario e olhei para ele. Sorriu-me serenamente e eu tentei retribuir-lhe o sorriso.
- Estás bem? – perguntou-me.
- Estou, apenas com uma dor no pescoço de ter adormecido assim.
- Ainda estás com cara de sono.
- Não tenho descansado nada.
- Estes dias vais descansar.
Sorri-lhe e olhei novamente para ele. Estava com um ar sereno diferente do normal. Peguei no meu telemóvel e vi as horas, pelas minhas contas faltava cerca de meia hora para chegarmos ao destino.
- Mario quando chegarmos que horas vão ser lá?
- Por volta das onze da noite acho eu.
Olhei novamente para o telemóvel e depois para ele, havia qualquer coisa de diferente nele eu notava, apesar de não saber bem o quê havia algo de diferente.
- Tha porque é que ainda não paraste de olhar para mim.
- Estás diferente hoje.- disse virando-me totalmente para ele ficando cara a cara com o Mario.
- Estou? – disse com o sorriso capaz de iluminar qualquer dia cinzento.
- Estás, olha bem para esse sorriso!
- É no que dá estar contigo.
- Sabes qual é a minha vontade agora?
- Qual?
- Beijar-te.
Sorriu novamente e levou a sua mão ao meu pescoço chegando-se perto de mim, uniu os nossos lábios com uma calma imensa. Pela primeira vez senti uma necessidade de ter os seus lábios colados aos meus e pela primeira vez também senti uma dedicação da parte do Mario naquele beijo, senti um carinho especial da sua parte. Foi talvez o primeiro beijo com sentimentos tão fortes. Quando separou os nossos lábios e olhou para mim sorrindo mais uma vez.
- Pronta para sol, mar, praia e muita loucura?
- Sim. Já estou a precisar de bronzear. Com o Inverno diz-se adeus ao bronze.
- Vais ser só minha durante uns bons dias.
- Eu só tua? A ideia agrada-me. – disse sorrindo-lhe.
Voltou a unir os nossos lábios e mais uma vez o beijo foi calmo a sensação ótima.
  
A chegada foi calma. Acabámos por nos dirigirmos ao hotel e tomarmos cada um o nosso banho e ir para cama. A viagem tinha sido cansativa e o sono apoderou-se pelo menos de mim rapidamente. Adormeci com as caricias do Mario no meu cabelo.

- Mario já te divertiste o suficiente? – perguntei-lhe olhando para as minhas pernas cheias de pedras.
- Não, deixa-me acabar.
- Criancinha! – atirei.
- Eu agora até te fazia uma coisa mas não quero estragar a minha obra de arte.
Continuou a encher a minha perna de pequenas pedras. Enquanto eu olhava em volta reparei no quanto calmo estava a praia. Pouca gente se via por ali, o silêncio era enorme mas bom. Ouvi o telemóvel do Mario a tocar, tirou-o de cima da toalha, olhou-o e deu-mo para a mão.
- Atende.
- Atendo? – perguntei confusa. Olhei para o visor e atendi com a maior calma do mundo. – Boa tarde.
- Boa tarde minha futura cunhada. – atirou o Fabian.
- Oh, respeito se faz favor.
- Agora és secretária do meu irmão?
- É, agora sou.
- Qual é a tua primeira medida como secretária dele?
- Mandá-lo de volta para o Dortmund, que achas? – perguntei na brincadeira. O Mario sorriu percebendo a conversa.
- Acho muito bem, assim está perto de ti.
- Bem, diz lá o que tu queres.
- Quando é que vêm?
- Dia três? – perguntei virando-me para o Mario. Abanou a cabeça dizendo que sim. – É, dia três estamos aí.
- Comportem-se não se entusiasmem demasiado.
- Não tens nada a ver com a nossa vida íntima! – atirei.
- Vocês têm vida íntima?
- Temos sim senhora. O teu irmão manda-te beijinhos. – disse mentindo.
- Porque é que isso cheira-me a mentira?
- Porque é! Os beijos dele são só para Thaís.
- Vocês andam a sair fora da casca, andam.
- Nós? Não, não.
- Tenho de ir, beijinhos e portem-se bem.
- Portamos sim, beijinho.
Acabei por desligar a chamada e olhar para o Mario que acabava de por a última pedra que cabia na minha perna.
- Acabei. – disse-me.

Peguei no meu telemóvel e tirei foto.

Alguns chamam-lhe ''obra de arte'', eu prefiro chamar-lhe brincadeira de criança.
- És tão má para mim.
- Não sou nada.
Levantou-se e deu-me a mão para também eu me levantar. Agarrei também a sua mão e levantei-me sem a largar.
- Lá se foi a tua obra de arte.
- Tenho tempo para fazer mais deixa lá.
De mão unida com a dele percorremos o pouco caminho até à água entre brincadeiras e alguns beijos trocados.

Quando o pôr-do-sol estava perto dirigimo-nos para o hotel que ficava perto de uma das praias. Já perto do hotel o Mario foi abordado por uma fã.
- Só lhe faltava dares-lhe o teu número, não?
- Até ciúmes dela tiveste? – perguntou espantado.
- Não são ciúmes, qualquer pessoa que passasse ali notava a…como é que eu vou dizer isto? Para a próxima não dês tanto nas vistas e olha menos para o decote da rapariga.
- Ei, oh Thaís eu nem olhei para nada disso. – disse abrindo a porta do quarto.
- Que ideia! – atirei poisando a minha mala em cima de uma cadeira e olhando para ele.
- Thaís… - disse chegando-se junto a mim – são fãs, pessoas que me admiram pelo meu trabalho e que nem me conhecem como tu conheces.
- Ainda bem que não te conhecem como eu conheço não é?
- Se me conhecessem como tu conheces apaixonavam-se.
Virei-lhe as costas indo até ao espelho da casa de banho. Soltei o meu cabelo que até ao momento estava preso. Olhei para o espelho e vi o reflexo do Mario que estava atrás de mim. Rodeou-me a cintura e depositou um pequeno beijo no meu pescoço.
- Estás chateada?
- Não. – respondi calmamente.
- Então?
- Tive um ataque de ciúmes daqueles mesmo estúpidos.
- Foi? – perguntou colocando a sua cabeça no meu ombro.
- Foi.
- E porquê?
- Porque de vez em quando tenho a ideia de que tu és só meu e o resto do mundo não interessa. – disse de cabeça baixa.
- Isso era o meu sonho.
- O quê? – perguntei-lhe virando-me para ele.
- Que eu fosse só teu e tu só minha. E sempre podíamos ser um do outro pelo menos por estes dias.
Sorri-lhe e ele retribuiu-me o sorriso.
- Somos uma confusão – disse num suspiro.
- Queremos não queremos, discutimos, beijamo-nos, somos nós…
- Somos nós.
- Está aqui calor não está?
- Eu agora até te dava o calor mas é melhor não.
-Eu ainda gostava de ver isso.
- Verás, verás. – disse-lhe a rir.
O resto do tempo até ao jantar foi passado na brincadeira no quarto.
Quando chegou a hora de jantar jantámos e no fim fomos passear. Passeamos durante algum tempo pelas praias. Hoje era a nossa última noite de 2013 já que amanhã é o ultimo dia do ano.
Conversámos até tarde onde o tema da conversa era quase sempre o mesmo: a nossa família. Falei-lhe mais um pouco sobre os meus pais e toda a minha família e o Mario fez o mesmo.
Mantínhamo-nos na cama a conversar, a diferença horária era de três horas e habituarmo-nos a isso era complicado.
- Não é assim! – disse o Mario tirando-me o telemóvel das mãos.
- Então como é, diga lá menino Mario.
- Assim! – disse completando-me mais um nível de flow.- a Halle está a ligar-te.- disse dando-me novamente o telemóvel para as mãos.
- Olha sabes que horas são? – disse atendendo o telemóvel.
- Ai não, desculpa. Estavas a dormir? – perguntou preocupada.
- Claro que não.
- Estupida! – atirou.
- Que se passa para me ligares às três da madrugada? Estás grávida?
- Não!
- Foste para a cama com o Marco? – perguntei ouvindo a gargalhado do Mario a seguir.
- Não!
- Tens a certeza? – perguntei novamente.
- Tenho sua parva.
- Pronto já não digo mais nada, está tudo bem?
- Isso era o que eu queria saber.
- Está tudo bem está, pelo menos ainda não nos matámos.
- O Mario está vivo?
- Não, matei-o e atirei-o ao mar.
- É o que dá dormires com ele, volto a repetir, ficas cá com um humor.
- Aí está tudo bem?
- Está. Bem eu também me vou deitar e durmam bem.
- Sim, também gosto muito de ti.
- Eu também. Beijinhos.
- Beijos.
- És doida não és? – perguntou-me o Mario a seguir a eu desligar a chamada.
- Sou assim. Aposto como eles vão passar a passagem de ano juntos mas não vão admitir.
- Aí também eu concordo.
Continuamos a conversar mas por pouco tempo, acabámos por adormecer mais uma vez nos braços um do outro.

Senti aquelas mãos frias a passar nas minhas costas, aqueles lábios a percorrer o meu pescoço e arrepiei com tudo aquilo. Não me mexi, estava com sono, parecia que tinha acabado de adormecer estava mesmo cheia de sono.
De repente deixei de sentir a presença do Mario naquela cama, não o sentir junto a mim incomodava-me de certo modo. Abri os olhos e olhei para fora dos lençóis queria ver se o via e encontrei-o. Estava em pé, de costas para a cama. Aquele corpo cada vez mexe mais comigo. Virou-se de frente para mim.
- E não nos vamos levantar?
- Mario! Que horas são?
- São precisamente onze e trinta.
- Oito e trinta na Alemanha! Vá Mario anda cá.
- Para quê?
- Anda cá. – ordenei-lhe.
Chegou perto de mim, afastei os lençóis que me cobriam o corpo.
- Deita-te ao pé de mim.
- Para quê?
- Dormir se calhar.
Sem barafustar mais deitou-se junto a mim. Cobriu-nos novamente e colou o seu corpo ao meu.
- Viste? Já estavas a ficar frio.
- És muito doida tu.
- Agora até te respondia com aquele por ti mas estou cheia de sono.
- Eu sei que és doida por mim.
- Convencido – disse antes de encostar a minha cabeça ao seu peito e receber um beijo dele na minha testa.


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Olá :)
Mais um capitulo, espero as vossas opiniões.
Beijinhos, 
Mahina 

6 comentários:

  1. Olá!
    Esperas a minha opiniao? A minha opiniao é que isto estava absolutamente fantastico e soube-me muitoooooooo bem ler. Gosto de casais problemáticos xD Mas porque é que o Mario nao larga a namorada, alguem me explica? Tipo...nao faz sentido nenhum!
    Eles que nao se entusiasmem muito no Dubai, senao ainda aparecem coisas destas pela Alemanha: http://p1.trrsf.com/image/fget/cf/301/401/images.terra.com/2012/07/11/gotzeoriginal.jpg Ahahahaha nao imaginas a cara com que fiquei quando descobri este tesourinho. Pus "Mario Gotze" no google, porque nao sabia qual era o Mario e qual era o Marco e apareceu-me coisas destas... Bem que animaçao xD
    Vá espero o proximo!

    Beso
    Ana Santos

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  2. Olá pipoquita!
    Bem...que dizer deste capitulo maravilhoso, perfeito, lindo, apaixonante, viciante, amoroso? Bom...um pouco já está dito XD mas vamos ao que realmente importa.
    Vá, tu prometeste Dubai e há Dubai *-* há Dubai e os piolhos estão todos apaixonados, todos lindos e amorosos um com o outro. E #MomentoDaVerdade ainda bem que a Ann existe, sabes? Porque, se ela estivesse noutro lado qualquer se calhar a vida deles não era assim tão linda como é.
    Estou cada vez mais rendida a eles, já te disse isso. Cada vez mais me sinto uma privilegiada de ser das pessoas que sabe de coisas em primeira mão porque a "nossa" Boundi está a ficar tão perfeitinha e com tudo o que aí vem...só me dá ainda mais ganas que continues a escrever mais e mais!

    Vá...que venha o próximo que eu não me estico mais.
    Besitos.
    Ana Patrícia.

    PS: Isto:
    "- Anda cá. – ordenei-lhe.
    Chegou perto de mim, afastei os lençóis que me cobriam o corpo.
    - Deita-te ao pé de mim.
    - Para quê?
    - Dormir se calhar.
    Sem barafustar mais deitou-se junto a mim. Cobriu-nos novamente e colou o seu corpo ao meu.
    - Viste? Já estavas a ficar frio." é só mais uma prova que tu dás tanta importância aos detalhes que me fascinam de uma forma que nem eu sei explicar! A suavidade com que o fazes é simplesmente indescritível. Vou sonhar que um dia conseguirei fazer algo assim.

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  3. Adorei adorei adorei.Quero o próximo rapido.bjs

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  4. Olá. Adorei este capitulo e finalmente consegui lê-lo :p
    Estes dois são mesmo cão e gato...irra pah...mas são amorosos (Mário e Thais)
    Em relação ao outro casal...digo o mesmo :)
    Espero pelo próximo sff bjs

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  5. Olá!!
    Muitos capitulos em atraso.... desculpa! Mas agora vou por tudo em dia!
    Ameiiii este capitulo!!
    Não vou escrever muito porque ainda tenho uns quantos capitulos para ler mas quero dizer que Mario + Thais + Dubai está a ser ate agora perfeito!
    Vou ler os próximos!

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