sábado, 22 de fevereiro de 2014

10º Capitulo - «Adoro quando finges que eu não tenho importância nenhuma na tua vida.»

Olhei mais uma vez para o telemóvel e saí de casa do Marco. Sentei-me num pequeno muro e atendi a chamada.
- Olá. – disse tentando transparecer uma voz animada.
- Olá Thaís. – disse com aquela voz que tanto adoro.
- Como estás? – perguntei-lhe.
- Bem e tu?
- Também.
- Disseste para eu te ligar, foi o que fiz – disse-me.
- És tão querido. Quando é que te vejo?
- Hoje é melhor não, de certeza que estás bem acompanhada. – aquelas palavras pronunciadas por ele deixaram-me um pouco surpreendida. – Amanha?
- Sim, por mim amanho está perfeito.
- Sítio do costume?
- Sim, sítio do costume.
- Beijinho.
- Beijinho. – disse antes de desligar o telemóvel e voltar para dentro.
Percorri o mesmo caminho e entrei novamente na sala.
Sentei-me no mesmo sítio e peguei novamente na revista. O Mario olhava para mim de forma estranha enquanto a Halle e o Marco mantinham uma conversa a dois.
- O quê? – perguntei poisando a revista ao meu lado e olhando para ele.
- Nada – respondeu.
- Nada? Estás com uma cara.
- Não te vais embora?
- Eu? Embora? Porque me haveria de ir embora?
- Sei lá podias ir!
- Nós é que já podíamos ir embora isto está a ficar romântico.
- O quê? – perguntou a Halle.
- Nada caniche. Nós vamos embora.
- Vão? – perguntou o Marco surpreendido.
- Claro que vamos! O meu domingo ideal não é assistir a…a, como é que havemos de chamar a isto Thaís? – perguntou o Mario.
- Conversas românticas dos nossos melhores amigos. – disse a rir.
- Claro vocês são aquele tipo de pessoas que preferem passar um domingo na cama.
- Nada mal pensado! – comentei.
- Vamos? – perguntou o Mario levantando-se e estendendo-me a mão.
- Sim. – agarrei a mão dele e começamos a caminhar.
- Adeus meninos, portem-se bem – disse já perto da porta.
- Porque é que vocês vão de mãos dadas? – perguntou a Halle.
- Não tens nada a ver com isso. – atirou o Mario.
Acabamos todos por gargalhar e eu e o Mario saímos de casa do Marco.


- Olá Thaís – cumprimentou-me Astrid quando entrámos em casa do Mario.
- Olá – disse retribuindo-lhe o sorriso.
- Mãe, nós vamos para o quarto.
Vamos? Perguntei a mim própria. Talvez fossemos mesmo, agarrou novamente a minha mão e levou-me com ele até ao seu quarto, quarto esse que já não me era estranho.
- Deixa que te diga que a tua cama em Munique é mais confortável.
- É maior, dá para dar mais voltinhas.
Ele deitou-se na cama e eu sentei-me cruzando as pernas. Atirou-me uma revista para a mão aberta numa entrevista dele.
- Para que é que eu vou ler isto? – perguntei-lhe.
- Interessa-te!
- Não, interessa não.
- Interessa sim, lê!
Percorri a entrevista com os olhos só para ver o que ia para ali. Reparei na data de nascimento.
- Nasceste no dia 3 de Junho? – perguntei surpreendida.
- Sim, porquê?
- Eu nasci no dia 4 de Junho.
- Uh, temos que fazer festa….a dois.
- Não te ponhas com ideias!
- Sabes? O Fabian também faz dia 3 de Junho.
- Jura que os teus pais conseguiram fazer isso.
- Conseguiram. – disse a sorrir.
- Também quero! – disse a rir.
- Nós fazemos isso um dia destes.
Dei-lhe uma chapada no braço.
- Não se consegue ter uma conversa contigo, inseres sempre um, nós onde não existe.
- Existe pois.- disse levantando-se e ficando ao meu nível.
Senti-o a aproximar-se cada vez mais e os seus lábios a chocarem com os meus num beijo calmo. Senti a porta do quarto a abrir-se e afastei-me rapidamente do Mario.
- Desculpem, não sabia que vocês estavam aqui, assim. – disse o Felix.
- Não te preocupes Felix, estávamos só a conversar- disse já que o Mario deitou-se na cama sem nada dizer. Estava amuado e eu percebia-o.
- Tens aí o PES? – perguntou o Felix.
- Aí na mesa-de-cabeceira – respondeu o Mario.
Andei um pouco para o lado e peguei no jogo, dando ao Felix.
- Obrigada Thaís. – disse-me.
- De nada.
O Felix acabou por sair do quarto e eu deitei-me sobre o Mario ficando muito próxima dele mais uma vez.
- É melhor fechar a porta à chave! – disse-me.
- Não vamos fazer nada que seja impróprio de ser visto.
Vi aquele olhar dele e aquele sorriso que não engana ninguém formar-se na sua cara.
- Sim, eu sei que por tua vontade fazíamos.
- Viste como tu sabes. – disse agarrando-me e dando uma volta na cama que levou com que eu ficasse por baixo dele.
- Diz-me uma coisa.- disse-lhe.
- Diz lá.
- O que é aquilo? – disse apontando para um diploma que estava emoldurado.
- Qualquer coisa da escola.
- Mas tu andas-te na escola?
- Tu muito gozas comigo! Essa já não é nova, já me perguntas-te isso ou já te esqueces-te? – disse mordendo-me o lábio.
- Ai, parvo! – queixei-me – não, não me esqueço.
- Ficas-te com ciúmes delas, não?
- Não! Quem é que tem ciúmes daquelas miúdas que só vêm Götze à frente?
- Tu!
- Oh, cala-te – disse juntando os nossos lábios.
Eu ciúmes das miúdas que me gritaram aos ouvidos: GÖTZE és mesmo tu!, naquela tarde de domingo.

- Isto de andar na rua contigo não é perigoso?
- Não te preocupes.
Íamos caminhando em direção ao supermercado mais próximo quando vi duas raparigas que se aproximavam.
- Mario?
- O quê?
- Tenho medo delas!
Ele olhou para onde eu olhava e começou a rir-se.
- Elas não mordem de certeza.
Nos minutos que se seguiram ouvi gritos de: Ai , é ele , é mesmo o Götze, ai és tão lindo ao vivo.
- Quem é ela? – perguntou uma olhando para mim de lado.
- Olha grande lata! – atirei.
- Thaís tem calma. É minha amiga. – respondeu-lhes o Mario com todo o carinho ( que agora não era necessário).
A minha vontade de lhes dizer que era mais que amiga era muita mas não o ia fazer, além de tudo ele tem namorada e não ia correr bem.
- Vais dar-nos autógrafos?
- Mas tu sabes escrever? – perguntei-lhe chegando-me bem perto dele.- tu por a caso andas-te na escola?
- És tão parva. – disse-me.
Ele lá deu o suposto autografo ás raparigas que acabaram por descolar de vez.

- Admite lá que ficaste com ciúmes. – disse mais uma vez.
- Não, não fiquei.
- Ficaste sim!
- Tu é que ficaste com ciúmes do Moritz!
- E fiquei e fico e vou ficar porque vais ficar cá com ele!
- Ainda admites – disse surpreendida.
- E admito.
- Sabes que teres ciúmes do Moritz é estupido não sabes?
- É?
- Claro que é. Primeiro de tudo eu e o Moritz somos amigos e segundo tu não tens nada a ver com a minha vida, nós não somos namorados e mesmo se fossemos nunca te admitia que ficasses com ciúmes de um amigo meu.
- Puseste a hipótese de sermos namorados. – disse com o sorriso na cara.
- Mario!
- Parei na parte em que disseste: e mesmo que fossemos.
- Tu não és normal.
- Pessoas normais não se apaixonam?
- Estás a delirar. – disse colocando a minha mão na sua testa.
- Estás a tornar-te tão importante. – disse olhando-me nos olhos.
- Mario!
- Mario nada!
- Eh pá Dortmund faz-te mal!
- Tenho voo esta noite não me apetece nada ir embora.
- Em Munique é que estás bem!
- Quando é que vens ter comigo a Munique?
- Nunca.
- Oh Thaís!
- Munique é feio, Dortmund é lindo.
- Só no Natal é que venho cá.
- E o que é que eu tenho a ver com isso?
- Adoro quando finges que eu não tenho importância nenhuma na tua vida.
- E não tens.
- Diz que sim que eu acredito. – disse juntando novamente os nossos lábios.
Ouvi alguém a bater á porta. Tente sair debaixo do Mario mas ele não me deixou
- Entra.- disse o Mario.
- A Thaís janta –fez uma pausa porque deve ter visto as nossas figuras bem pior que as de há pouco. – cá? – finalizou o Felix.
- Não, obrigada – respondi.
- Sim, janta. – disse o Mario.
- Não posso a sério, tenho aulas amanhã e ainda tenho que ir a casa.
- Então? – inquiriu o Felix.
- Não mas obrigada – disse-lhe.
O Felix acabou por sair do quarto.
- Traumatizas-te o teu irmão!
- Oh, traumatizei o quê!
- Levas-me a casa?
- Levo. – respondeu saindo de cima de mim e roubando-me mais um beijo.


- Já te podes ir embora. – assegurei-lhe quando entrámos em casa da Halle.
- A Halle está cá?
- No.
- Então – disse assentando as suas mãos na minha cintura – podíamos…
- Não podíamos nada menino Mario – disse largando-me dele – não tinhas voo?
- Ter até tenho – olhou para o relógio que tinha no pulso – mas ainda falta um bocado e sempre podíamos…
- No, vai-te embora! – disse empurrando-o até à porta.
- Porque é que me estás sempre a dar para trás?
- Um dia vais agradecer-me de te ter dado para trás.
- Vou? – perguntou confuso.
- Sim, vais. Agora vai-te embora.
- Oh Thaís.
- O quê?
- Anda lá.
- Não vou para lado nenhum, estou cansada e quero dormir.
- Vou ter saudades tuas.
- Não vais nada, basta só veres um rabo de saia ali fora que esqueces-te logo que eu existo.
- Que mentira- disse fazendo-se de ofendido.
- Adeus! – disse tentado fechar a porta com ele já do lado de fora.
- Nem um beijo?
- Os amigos não se beijam!
- Mas nós somos mais que amigos.
- Não, vai lá beijar a tua namorada!
- Estás com ciúmes.
- Adeus! – disse mais uma vez tentando fechar-lhe a porta coisa que não conseguia porque a força que ele tinha era superior à minha.
- Que ciumenta!
- Queres beijo ou não? Se queres é agora ou vais-te embora sem beijo!
- Ui que ela está irritada –disse chegando-se junto a mim e abrindo a porta por completo.
Juntou o seu corpo ao meu e mais uma vez fez chocar os nossos lábios num beijo calmo e já bem conhecido por nós.
Afastou-se de mim e dirigiu-se à porta e eu fiz o mesmo.
- Gosto muito de ti. – disse-me já do lado de fora da casa.
- Adeus.
- Bruta! – disse descaindo o seu corpo sobre o meu e dando-me mais um beijo.
- Eu disse um!
- Hum hum – chegou-se novamente junto a mim e beijou-me.
- Vai-te embora daqui!
- Até um dia.
- E que esse dia nunca chegue.
- Estás mesmo parva hoje. É por eu me ir embora não é?- não lhe respondi e apenas olhei para ele- Venho cá passar o Natal.
- Fixe.
- Também gosto muito de ti. – disse antes de se afastar.
Eu também, pensei.



Fim de aulas o que significa Natal a chegar, prendas e muito espirito natalício.
Saí da minha ultima aula do ano em direção ao café perto da universidade, tinha combinado com o Moritz e quando cheguei lá estava ele à minha espera.
- Que cara é essa? – perguntou-me quando me sentei junto dele.
- Cara de quem ainda tem trabalhos para entregar.
- Ui, só isso?
- Só. – disse-lhe sorrindo.
- Tenho uma coisa para te contar.
- Diz lá.
- Talvez vá para o Stuttgart…
- Emprestado?
- Sim.
- Mas isso é bom?
- É…
- Então temos que ficar felizes não é?
- Penso que sim…
- Pensas?
- Thaís, nós estávamos a construir uma amizade.
- E vamos continuar a construir.
- Não é a mesma coisa Thaís mas por um lado é bom afastar-me de ti.
- É? – perguntei confusa com toda aquela conversa.
- É – disse de cabeça baixa – Thaís…
Tive a ligeira impressão que da boca do Moritz ia sair conversa séria, palavras duras e que talvez magoar era o que me iriam fazer.
- Diz – sussurrei.
- Tu és uma miúda especial e quando te conheci percebi isso. Temos estado muito juntos desde que o Marco nos apresentou e tenho conhecido a pessoa maravilhosa que tu és e eu…- fez uma pausa e colocou a sua mão por cima da minha e continuou a falar – eu tenho vindo a apaixonar-me por ti mas cada vez me apercebo mais que o que sentes por mim é amizade, uma amizade bonita, e que esse teu coração só começa a acelerar quando ouve uma voz, recebe uma mensagem ou se fala num nome e essa pessoa por quem o teu coração bate tão rápido não sou eu e lamento todos os dias por não o ser. Tu sabes quem é e ele tem uma sorte que não imagina bem.
Fiquei sem palavras, apoiei a minha cabeça nas minhas mãos e desejei que tudo aquilo não passasse de um sonho, que a realidade fosse diferente que o Moritz só sentisse apenas amizade por mim e que tudo continuasse igual ao que era, que afinal não era bem o que eu imaginava.
Levantou-se da cadeira onde permanecia sentado até ao momento, chegou junto a mim e depositou um pequeno beijo na minha testa.
- Vemo-nos por aí Thaís. – começou a caminhar para fora dali.
Levantei-me e fui até ele agarrando-lhe no braço.
- Não te vás embora, por favor Moritz.
- Thaís…
- Sabes o quanto desejo todos os dias que tudo fosse diferente? Que nunca me tivesse apaixonado por ele...odeio sentir aquelas borboletas na barriga quando falo para ele, e eu que pensava que só acontecia aos adolescentes! Detesto quando ele me faz sentir bem, detesto porque ele tem namorada e ele nunca pôs a hipótese de acabar com ela porque talvez eu não seja tão importante.
Faço de tudo para o ter longe de mim mas ele consegue aproximar-se, consegue chegar ao meu coração da maneira mais absurda que possa existir. Magoa-me a cada dia que passa mas só ele tem a capacidade de curar cada ferida que faz em mim.
Já te disse o quanto desejava ser apaixonada por ti, és tão diferente de todos os outros. Eu não te quero perder Moritz, não quero que te afastes de mim. Não quero ficar sem ti – disse abraçando-o.
- Sabes que vai ser difícil? Estar contigo e ter que conter a enorme vontade que tenho de te beijar?
- Eu não te quero perder, não quero que te afastes de mim.
Continuei abraçada a ele, não o queria largar. Vejo o Moritz como o irmão que nunca tive um refúgio, um porto seguro, um confidente. Abri-me para ele naquele preciso momento sem pensar nas consequências, fi-lo porque confio nele de olhos fechados.
- Se não queres que me afaste de ti eu não o vou fazer – disse por fim. – a distância vai fazer-nos bem, ajudar a nossa amizade ainda melhor e ver-te só e unicamente como minha amiga, a minha irmã mais nova.
- Sabes que sou mais velha que tu seis meses não sabes?
- Sei princesa. – disse dando-me novamente um beijo na testa.



Peguei no telemóvel e iniciei chamada para o Mario.
- Marito! - disse quando percebi que ele atendeu.
- Marito? - fiquei estática com aquela voz, de todo não era a voz do Mario, era uma voz feminina - quem fala? - aquela pergunta fez-me estremecer e ter medo do que pudesse vir a seguir. 
Andei uns passos para trás e sentei-me na cama, sabia que este dia podia chegar mas não o esperava tão cedo.
- Mas quem fala? – voltei a ouvir aquela voz, desta vez mais forte…parecia chateada e irritada. Senti-me a desmoronar.

Tinha a respiração acelerada, levantei-me da cama e percorri o curto caminho até à cozinha, apoiei a minha mão na bancada e tirei um copo do armário enchendo-o com água.
Nunca pensei em ter estes sonhos muito menos com ela, a rapariga que desconheço totalmente. Apenas sei o seu nome e o básico mas mesmo assim tenho sonhos com ela, o que me deixa assustada e com medo que aquele sonho se possa tornar realidade.
Bebi a água e voltei para o quarto, deitei-me na cama e tentei acalmar-me, amanhã era quinta-feira e tinha as minhas princesas para estar.
Quando acordei de manhã acordei bem, afinal não tinha passado de um pesadelo, nada mais. Passei a manhã a ver televisão, almocei sozinha e passei mais algum tempo no sofá.
Entre televisão e conversa com a Halle (que veio ter comigo), a hora de ir ter com as meninas chegou e foi a Halle quem me levou.
A tarde foi passada entre muitas brincadeiras e pouca dança.
Desliguei a música e vi as meninas a deitarem-se todas no chão. Gargalhei um pouco com a reação delas.
- Finalmente Thaís! – comentou uma das meninas.
- Nós hoje nem dançamos quase nada! – disse-lhes.
- Cansei-me muito. – disse outra.
- Vocês já estão de férias e tudo. – comentei a rir.
- Tu também Thaís?
- Sim, eu também. Agora só nos vemos em Janeiro não é? Todas nós precisamos de férias.
As meninas despediram-se de mim, deram-me muitos beijinhos e disseram que gostavam de mim. Iam-se embora aos poucos. Ia ter saudades delas durante aquela semaninha.
Arrumei as minhas coisas e peguei no telemóvel, tinha que mandar uma mensagem à Halle para ela me vir buscar.
Senti alguém a tocar-me no ombro e olhei para trás.
- Mario? – disse espantada.
- Olá Thaís.
- Mas tu estás aqui? A fazer o quê?
Olhei para o seu lado e estava de mão dada com a Emma.
- Vim buscar a minha pequena, melhor dizendo as minhas duas pequenas. A Emma é minha prima.
Por esta é que eu não esperava de todo.

Entrei no carro do Mario algo que ele não fez, abriu a porta à Emma e colocou o cinto de segurança à menina. De seguida entrou no carro e sorriu para mim. Por momentos fiquei impressionada da atenção que dava à Emma, o carinho com que a tratava era algo bonito.
- Marito? - chamou a Emma, o que me levou a sorrir.
- Sim - respondeu-lhe numa voz doce.
- Tu e a Thaís namoram? 
Aquela pergunta teve de tudo menos de normal, foi uma pergunta inesperada tanto para mim como para o Mario, notei isso pela cara com que ficou. 
- Ela não sabe que tu namoras com a Ann? - perguntei baixinho com a intenção de só ele ouvir.
- Nop, nem vai saber! - respondeu-me no mesmo tom de voz - sim, nós namoramos - disse colocando a sua mão na minha perna.
- És doido. – sussurrei.
- Vamos às compras não é Marito? – perguntou novamente a Emma.
- Vamos, certo Thaís?
- Devemos ir. – respondi.
- Fim de tarde com as minhas duas princesas, que poderia ser melhor? – questionou o Mario.
Para mim…nada poderia ser melhor.

Parei na secção dos bebes e no lugar onde estavam uns sapatos mesmo pequeninos e fofos, acho que toda a gente se delicia com aquilo.
Tinha a Emma agarrada à minha mão e o Mario junto a mim com a mão à volta da minha cintura.
- Apaixonei-me – sussurrei mirando todas aquelas peças pequeninas.
- Thaís não estás grávida nem estamos a pensar ter filhos em breve por isso…
- Mario? O que estás aqui a fazer? – ouvi alguém chamar, aquela voz…tinha a certeza que já a tinha ouvido em algum lado.

-------------------------------------------------------------------------------------------

Olá :)
Deixo-vos aqui mais um capitulo que espero que gostem muito mesmo.
Ana Patrícia Moreira, este capitulo é especialmente dedicado a ti que fizeste anos ontem ( vem um bocadinho atrasado), que me apoias-te em tudo isto e me incentivas-te a publicar. PARABÉNS mais uma vez mas desta vez atrasados. 
Mais uma vez espero que gostem, tanto do capitulo como o rumo que a história está a levar.
Beijinhos, deixem as vossas opiniões :)
Mahina 

5 comentários:

  1. Olá

    Adorei *_*

    E o Mário que acabe lá com a namoradinha dele ;)



    PRÓXIMO !


    Beijinhos


    Catarina

    ResponderEliminar
  2. Ola!
    No outro dia vi um jogo da Champions e vi o Marito. Achei-o tao fofinho! Mas basta entrar aqui para esquecer o lado fofinho e voltar a pensar no lado taradao dele que eu gosto tanto xD
    E ele a admitir que tinha ciúmes? Ate eu tive medo que o Moritz so viesse "embaraçar". Mas nao a Thais deixou logo tudo esclarecido!
    Eu só nao percebo porque e que o mario nao deixa a outra!
    E a cena com a Emma foi fofinha!
    Mas eu agora quero ler mais!!!

    Beso
    Ana Santos

    ResponderEliminar
  3. Olá.
    Adorei este capitulo :)
    E espero pelo próximo sff
    Bjs

    ResponderEliminar
  4. Olá :D
    Gostei muito!
    Aguardo o proximo capitulo ;)
    Beijinhos
    Ritááá xD

    ResponderEliminar
  5. Olá!
    Adorei!! Adoro estes dois casais!
    Os ciumes da Thais por causa das fãs do Mario e os ciúmes do Marco por causa do Moritz...são lindos, ficam fofos com cúmes! Depois ela dei-lhe para trás...tadinho do Mario!
    Depois não tava nada à espera que o Moritz se tivesse apaixonado mesmo pela Thais mas espero que fiquem amigos!
    Ai pa aquela chamada pensei que era mesmo veradade e ainda bem que era um sonho! E depois o Mario apareceu...foram lindos os momentos que se seguiram dele e da Emma!
    Agora quem é quem é que perguntou aquilo?? Espero que não seja a outra!
    Próxximmooo!
    Beijinhos!

    ResponderEliminar