domingo, 26 de janeiro de 2014

8º Capitulo - « Senhora Thaís Götze »

            1 Semana depois

Uma semana se passou desde que estive com o Mario. Estiveram esta semana em concentração e nem uma palavra trocámos, nem telefonema nem mensagem. As saudades não são muitas mas sei lá…esperava que me dissesse alguma coisa.
Acordei bem-disposta, o que é para admirar. Levei a minha mão à mesa-de-cabeceira procurando pelo telemóvel. Fiquei surpreendida quando vi as horas, era tarde, muito tarde. Eram horas de me levantar comer qualquer coisa e sair de casa para ir ter com as minhas meninas.
            Levantei-me e fui tomar o meu banho. Quando acabei vesti-me e preparei-me para sair. Antes ainda passei pela cozinha e tirei um iogurte do frigorífico.
Estávamos em pleno Novembro, dia 21 e o que tenho pensado é no jogo que se aproxima já este sábado, Borussia Dortmund vs Bayern Munique.
             
Estava com uma enorme vontade de estar com às minhas pequenas, elas sim conheciam a Thais querida, simpática e com muito amor para dar.
 A Halle tinha-me dito que hoje vinha ter com as meninas. Elas adoram-na e apenas estiveram uma única vez com ela.
No fim de ter partilhado umas músicas com elas, chegaram as perguntas.
- A Halle? - perguntou a Irma.
- Bem, acho que me vou despedir disto. A Halle só esteve cá uma vez e agora vocês preferem a Halle a mim!
- Nós gostamos muito de ti Thais sabes? - disse a Loris agarrando-se ao meu pescoço. Aquelas meninas são tão amorosas.
- Sei - assegurei-lhe.
- Mas a Halle vem?
- Deve vir e com o namorado.
- A Halle tem namorado? - perguntaram.
 - Tem pois, eles não admitem mas eles namoram.
Ouvi pessoas a falar e os meus olhos viraram-se para a porta onde vi a Halle com o Marco e outro rapaz.
- Qual deles é o namorado da Halle? - perguntou uma delas baixinho.
- Aquele meio loiro e alto que está ao pé dela.
- Ola namorado da Halle! - disse uma das meninas chegando-se perto dele.
A Halle ficou com uma cara de assustada e o Marco estava muito envergonhado.


- Qual foi a tua Thais? Disseste às meninas que eu e o Marco namorávamos? – disse toda exaltada quando estávamos as duas à parte.
- Até parece que é mentira!
- E é!
- Não é nada! Quando é que lhe pedes em namoro?
- Thais! Tu estás bem?
- Estou ótima! Onde é que está a Halle doida que eu conheço?
- Eu estou igual.
- Ai isso é que não estás. O Marco conseguiu acalmar toda essa loucura dentro de ti?
- Mas o que é que tu estás a dizer?
- Tenho a certeza que isso há noite, debaixo dos lençóis volta a loucura toda.
- Thaís! – disse mandando-me uma chapada no braço. - Olha que não sou eu que atendo o telemóvel dele!
- Olha eu também não.
- Atendes o do Mário não é?
- Não tive hipótese ele deixou-me o telemóvel na mão e eu atendi. E nem queiras entrar por esse caminho.
- Tu sabes muito!
- Quem é aquele jeitozinho?
- Muda de assunto muda. É o Moritz, jogador do Dortmund não sabes?
- Jogador do Dortmund? Nunca o vi lá.
- Tu agora queres é saber do Bayern ou devo dizer do número 19 do Bayern.
- Halle não te atrevas! – saí dali e fui ter com os rapazes e as meninas.
- Então meninas? Já conheceram o Moritz? É que eu não.
- Já! – disse a Irma – é simpático.
- Marco! – pronunciei para ver se se decidia a apresentar-me o rapaz.
- Thaís é o Moritz, Moritz é a Thaís. – disse o Marco.
- Olá – disse-lhe.
- Olá – disse também retribuindo-me o sorriso.

***

- Combinaram alguma coisa? – perguntou a Halle quando entramos no meu quarto.
- Cusca! – atirei.
- Conta lá.
- Sim combinámos.
- Diz-me por favor que não combinaram algo para o fim do jogo de sábado.
Comecei a gargalhar que nem uma perdida.
- Thaís!
- O que foi?
- Pensei que ias estar com o Mario no sábado.
- Não sei, nunca mais falámos.
- Não?
- Não.
- Porquê?
- Sei lá porquê.
O meu telemóvel começou a tocar e agarrei logo nele, quem poderia ser? Sorri ao ver o nome do Mario no visor.
- Falando-se no diabo…- disse.
A Halle gargalhou.
- Quê? – atirei quando atendi o telemóvel.
- Thaís, não fales assim comigo! - Respondeu.
- Não é assim que falas com a outra?
- Ei, não fales nela. Não te liguei para isso, sim?
- Ligas-te para quê, tens saudades minhas?
- Até tenho.
- Eu também. – respondi. Tinha quase a certeza que tinha um sorriso parvo na cara.
- Tu também o quê? – perguntou a Halle.
- Não sejas cusca, cala-te!
- O quê? – perguntou o Mario provavelmente confuso.
- Estava a falar com Halle.
- Ah, está bem. Queria-te perguntar se querias estar comigo no sábado?
- No sábado?
- Sim, tenho aí jogo e…podíamos estar juntos no fim.
- Telemóvel desligado? – perguntei.
- Sim, telemóvel desligado respondeu a rir.
- Então eu espero por ti no sábado.
- Até sábado então, beijo.
- A onde?
- Naquele sítio onde te arrepias toda.
- Mario…           
- Thaís…
- Vá desliga lá.
- Beijo.
- Beijo.
Acabei por desligar a chamada e a cara com que a Halle estava assustava-me.
- O que foi? – perguntei.
- Vou falar muito a sério. Se eu não soubesse a relação que vocês não têm, eu dizia que eram namorados.
- Halle!
- Estou a ser o mais sincera possível mas agora quero explicações.
- Explicações? – perguntei confusa.
- Sim, aquele telemóvel desligado e o resto da conversa.
- Tem a ver com o domingo.
- Domingo? Por falar em domingo, Thaís tu não me contaste nada do que aconteceu.
- Não aconteceu nada de mais.
- Não?
- Não Halle, a Ann não deixou!
- O quê?
- Isso que ouviste.
- Thaís conta-me. Conta-me porque é que mudas-te de opinião em relação ao Mario, porque é que já não te importas com a namorada dele.
Contar o meu domingo à Halle não estava nos meus planos mas agora ia faze-lo.
Por momentos voltei à manhã daquele domingo tão fantástico.


‘’Acordei com uma sensação de cama vazia. Estiquei a minha perna e reparei que o Mario não estava lá.
Sentei-me na cama e cruzei as pernas mantendo ainda sobre mim o lençol. O Mario vestia-se à minha frente ainda com o cabelo molhado ia ajeitando-o fazendo uns movimentos esquisitos o que me levou a gargalhar.
- Vais ficar aí o dia todo? – perguntou.
- Até ficava – disse acabando por me deitar para trás e fechar os olhos – a tua cama é fofinha – acabei por dizer ainda de olhos fechados.
- E não é só a minha cama. – ouvi aquela voz demasiado perto, acabei por abri os olhos e deparei-me com o Mario em cima de mim, estava só com um par de calças vestido, nada mais. Tinha as mão apoiadas na cama ao lado dos meus braços e de certa forma sentia-me presa.
- Esquece lá isso.
- Sabes que podemos fazer um acordo. Nada que anule a aposta apenas uns parenteses na aposta.
- Mas ouve lá Mario – dei meia volta na cama saindo debaixo dos braços dele – quem é que te disse que eu, Thaís, quero ir para a cama contigo?
- Sou rapaz, os rapazes deduzem estas coisas.
- Então os rapazes deduzem mal! – atirei logo de seguida.
- Diz-me lá, não tens vontade disso? Nem assim uma pequenina vontade?
- No, nenhuma mesmo.
- Thata…
- Nem penses em inventar-me nomes, nem diminutivos. Para ti é senhora Thaís.
- Senhora Thaís Götze.
- Oh, olha que eu não sou da tua família!
- Podias ser.
- Não me deixas ter uma relação com o teu irmão, não há nada que eu possa fazer.
- O miúdo é menor.
- Mas é mais bonito que tu.
Ficou um silêncio bem profundo naquele quarto. O Mario levantou-se da cama e vestiu uma camisola. Levantei a cabeça e reparei que estava todo chateado, aquela cara de parvo não engana ninguém.
Levantei-me da cama e fui aos saltinhos até ele, o chão estava frio e eu descalça. Poisei as minhas mãos nas costas dele e nada disse. Sem saltos estava um pouco mais baixa que ele, abracei-o por trás e esperei por uma reação dele o que não aconteceu.
- Marinho – disse pondo-me em biquinho de pés e dando um beijo no pescoço dele.
- O quê? – respondeu de uma forma grosseira, estava mesmo mal humorado.
- Não trates mal aqui a tua princesa.
Virou-se para mim e poisou as suas mãos na minha cintura.
- Disseste que eu era feio.
- Na na não, eu disse que o Felix era mais bonito que tu.
- Isso é a mesma coisa que chamares-me feio!
- Pronto o meu menino está com ciúmes do irmão.
- E estou!
- Isto fica só entre nós sim? – Pus-me novamente de biquinho de pés e cheguei até ao ouvido dele – contigo – sussurrei – posso fazer coisas que com o teu irmão ainda não dá muito jeito.
Assentou as suas mãos nas minhas nádegas e num impulso saltei para o colo dele, rodeei a sua cintura com as minhas pernas e foi ele quem tomou a iniciativa de me beijar. Só ele me beijava assim, só ele é que com um beijo me conseguia deixar fora de mim. Acabou por dar uns passos e deixar-me cair em cima da cama. Debruçou-se sobre mim o que me permitiu retirar-lhe a camisola que há pouco tinha vestido. Atirou o seu telemóvel para a cama e deitou-se sobre mim, percorreu o meu pescoço e voltou a tomar os meus lábios como seus. As suas mãos foram parar ao interior da minha camisola, levantei um pouco o meu tronco e também os meus braços e acabou por me retirar por completo a barreira entre a sua boca e a minha pele. A cara com que ficou no fim de ficar só de soutien foi bem estranha.
- Thaís, oh meu Deus! – percorreu o meu tronco com os olhos e voltou a beijar-me.
Levei as minhas mãos às suas costas e foi impossível não arranhar aquelas costas. Nunca desejei tanto um rapaz, nunca nenhum me fez delirar ao ponto de ficar fora de mim apenas com um toque, um beijo, uma palavra, a voz dele, sim aquela voz dele mexe tanto mas tanto comigo. A única coisa que pensava era: que se lixe a aposta, ao Mario não resisto por muito mais tempo. Acabou por levar as mãos às minhas costas e num pequeno gesto desapertar-me o soutien. Senti um som naquele quarto e uma música a começar, era o telemóvel do Mario que começava a tocar bem perto dos meus ouvidos. Ele percorria o meu pescoço com os seus lábios e não parecia muito importado com o telemóvel.
- Mario...
- Sim…- disse continuando o que estava a fazer. Levei a minha mão ao telemóvel e levando-o para perto dele.
- O teu telemóvel.
- Ignora Thaís – disse mordendo-me o ombro e percorrendo o meu corpo com as mãos.
- Mario…- olhei para o visor do telemóvel- creio que seja a mulher com quem estás comprometido.
- Tu és mais importante, isto é mais importante!
- Mario! – disse afastando-me dele e dando-lhe o telemóvel para as mãos.
Lá pegou no telemóvel. E eu afastei-me para o outro lado da cama.
- Quê? – bem se eu fosse namorada dele não admitia que me fala-se assim.
- Não se passou nada. – disse ele , imaginei que a pergunta dela tivesse sido ‘’ o que se passou?’’.
Ia ouvindo o que ele dizia, e ia deduzindo o que dizia ela.
- Porque estava a fazer uma coisa. – disse com pouco entusiasmo – Uma coisa – voltou a dizer.
Olhei para o Mario enquanto falava ao telemóvel e só tinha uma pergunta na minha cabeça: como é que ele me consegue deixar fora de mim?
- Não posso, já tenho coisas combinadas para hoje com o pessoal – disse despertando-me. – sim, falamos amanha beijos. – acabou por dizer antes de desligar a chamada.
Nem um ‘’adoro-te’’ , não pedia um ‘’amo-te’’ porque essa palavra acho que nunca vou ouvir vinda do Mario, mas um ‘’adoro-te’’ podia pelo menos pronunciar.
Atirou o telemóvel para cima da cama e chegou-se perto de mim.
- Onde é que ficámos? – perguntou voltando a beijar-me o pescoço.
- Em lado nenhum – disse desviando-me dele e levantando-me.
- Thaís…
- Thaís nada – sentei-me junto dele – aperta aí – disse referindo-me ao soutien.
E Mario como é não fez nada do que lhe mandei. Começou por beijar-me as costas, respirei fundo e tentei resistir.
- Mario anda lá, faz o que te pedi.
- Está bem – ele lá apertou o meu soutien e eu levantei-me da cama e fui buscar a minha roupa e vesti-me.
O Mario também se levantou e vestiu novamente a sua camisola.
Fui até à casa de banho e maquilhei-me, andar ao natural não é de todo para mim sobretudo quando fico com a cara de quem não dormiu nada a noite passada.
- Que queres fazer hoje? – perguntou quando cheguei novamente ao quarto.
- Eu?
- Estás a ver aqui mais alguém?
- Não…mas não sei.
- Não sabes?
- Bem, a mim apetecia-me comer daqueles bolos de chocolate…mesmo bons que a Heloísa faz.
Heloísa a mãe do Marco, faz com cada sobremesa melhor que outra. A melhor de todas é aquele bolo de chocolate, ninguém resiste àquilo.
- Aquele com cobertura?
- Esse mesmo.
- Não sei fazer.
- Eu também não.
- Mas podemos tentar.
Foi impossível não gargalhar com o que o Mario disse.
- O que foi? – perguntou.
- Eu e tu a fazermos um bolo?
- Sim eu e tu a fazermos um bolo.
- Isso não vai correr bem.
- Vai, vais ver que sim – assegurou-me – temos é que ir comprar o que leva o bolo.
- Que é…- tinha quase a certeza que ele não sabia.
- O que leva um bolo.
- E o que leva um bolo?
- Ingredientes – respondeu-me – tu sabes. Vamos?- disse esticando-me a mão.
- Vamos. – respondi pegando na mala e agarrando a mão dele.


- E depois? – perguntou a Halle como que uma miúda esperando pelo final de uma história.
- Depois nada.
- Vocês não se envolveram depois nessa tarde?
- Talvez sim, talvez não…
- Thaís, eu sou a tua melhor amiga…
- Pois és meu amor.
- Não me vais contar o resto?
- No, talvez outro dia…
- Obrigadinha. Sabes se eu fosse a ti as coisa não ficavam assim!
- Han? – perguntei completamente confusa.
- A namorada do teu amigo! Interrompeu a vossa coisa.
- Oh sim, claro. Que achas de chegar ao pé dela e dizer: Oh miúda mas porque é que tinhas que ligar ao teu namorado? Interrompes-te uma possível manhã de sexo!
A Halle começou a gargalhar e eu acompanhei-a.
- Vá Halle, vamos que eu combinei hoje á noite com o Moritz.
- Ai combinas-te?
- Sim e tu também vens meu amor, com o teu namorado.
- Thaís!
- Pronto com o teu amigo colorido.
- Aceito assim.
- Compras? Preciso de vestidos!
- Para quem não queria usar vestidos há umas semanas estás muito adepta deles.
- Ficam-me bem! Temos que admitir não é?
- Sim, ficam-te bem é verdade.
Saímos de minha casa e fomos até ao centro de Dortmund. Hoje ia conhecer o meu novo amigo e precisava de estar bem…interessante.

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Olá :)
Um enorme pedido de desculpas pela demora e um obrigada por continuarem desse lado e as palavras que deixaram no último capitulo de I Will Wait For You.
8º capitulo de Boundless Love, espero que gostem porque eu gostei de ‘’voltar’’ e adorei escreve-lo.
Espero as vossas opiniões.
Beijinhos,
Mahina

6 comentários:

  1. AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAH
    AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAH
    AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAH
    Pronto...já passou :) ai nossa minha nossa senhora! Aquele Domingo! Ai aquele Domingo!! Eles são fogo só que a Ann foi água -.- (se bem que o Mario ficou animado na mesma). Aiiii mas será que não houve mais nada!? Podia ter havido, se bem que eu quero que ele perca a aposta!!
    Oh meu Deus, minha Mahina, que capitulo mais bam bam bam! AMEI!! E estás de voltaaaaaa yeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeey :D

    Espero o próximo!
    Besos!
    Ana Patrícia Moreira.

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  2. Olá. Finalmente um capitulo, mas eu compreendo as razões da demora :)
    Não desistas desta fic e nem da outra porque são fantásticas ;)
    Aqueles dois são mesmo doidos, bela manhã de domingo, sim senhor :D
    E aquela perua tinha que interromper?...parece que adivinha -_-.
    Espero pelo próximo sff :)
    Bjs *.*

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  3. Olá! Felizmente publicaste, já estava com saudades de ler um capitulo dos teus :)
    Adoro as tuas fics, por isso, não desistas por favor...
    Depois daquela manhã de domingo, estou curiosa pela noite de sábado... ^^
    Estou ansiosa à espera do próximo...
    Beijinhos
    Joana Rita Caldeira

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  4. Olá! Aiiiiiii eu amo isto! Nao sei porque mas esta "paixão proibida" que faz o Mario trair a noiva... Bem, isto deixa-me taooooooo entusiasmada! E este Moritz? Duvido que o Mario lhe va achar piada...
    Ainda bem que adoraste voltar porque eu adorei ler. Ja espero o proximo ;)

    Besito
    Ana Santos

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  5. Olá!!
    Ameeeiii!
    Aquele domingo foi muito bom! E podia ter sido melhor se a outra não tivesse ligado! Detesto a Ann!Ou será que ainda aconteceu mais alguma coisa? Se não aconteceu..Agora na noite de sábado podem continuar o que deixaram a meio!
    E por falar em detestar...acho que o Mario não vai gostar muito do Moritz!
    Mas que venha o próximo que eu quero mais!
    Próxximmooo!
    Beijinhos!

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