domingo, 1 de dezembro de 2013

5º Capitulo - « Independentemente do que exista entre vocês, é muito mais do que existe entre ele e a Ann »

- Traz a Halle esta noite.
Acordei um pouco quando o Marco disse aquilo, desde quinta que a minha cabeça anda um pouco complicada, ainda não falei mais com a Halle, não quero ‘’forçar’’ nada, ela não me diz nada e acho que ela precisa deste espaço para cair na realidade.
- Não sei, não sei se ela vai querer ir.
- Tenta.
- Eu acho que ela se fechou muito comigo desde o que aconteceu, não é a mesma Halle, desde quinta que não falamos, hoje faz cinco dias que não falamos, coisa que era impossível há uma semana atrás. – Enterrei a cabeça nos meus joelhos – ai isto está a ser tão complicado.
- Tem calma Thaís vais ver que tudo se vai resolver.
- Não sei se vai.
- Vai, vais ver que sim.
- Talvez eu precise da tua ajuda Marco.

***
- Thaís não vens connosco? – Perguntou a minha mãe quando sai do quarto em direção á porta de saída.
- Não, eu tenho que ir tratar de umas coisas, mas eu vou à mesma.
- Então vai lá, mas não chegues atrasada por favor.
- Não chego mãe vais ver que não.
Saí de casa, entrei no carro e segui para casa da Halle.
Quando cheguei fiquei em frente á porta da Halle, não sabia bem o que fazer, tinha a chave na mão mas o que fazer? Entrar com a minha chave, ou…simplesmente tocar à campainha? Queria agir como se nada tivesse acontecido, como se tudo estivesse normal. Tenho um certo medo do que posso encontrar lá dentro.
Meti a chave na porta e rodei-a com um certo medo, quando abri a porta a sala estava vazia, não se ouvia nada, nem um único barulho. Poisei as chaves e a minha mala no sofá.
Subi as escadas devagar e fui por aquele corredor à procura de algum sinal que a Halle estivesse ali. Abri a porta do quarto dela e deparei-me com o pior cenário possível.
A Halle estava no quarto enrolada numa manta, com lenços e toda despenteada. Parecia uma cena de filme.
- Halle meu amor… - cheguei perto dela e abracei-a.
- Tu tinhas razão, tu tens sempre razão. – abraçou-se a mim a chorar.
- Sabes? Odeio ter razão, odeio mesmo.
Não falei mais, peguei-lhe na mão e agarrei-lhe a mão para ela se levantar,  mandei-a para o banho e arrumei aquele quarto, fui buscar algo para ela comer e um comprimido para aquela constipação. Arranjei-lhe a roupa para vestir, tínhamos um jantar pela frente, e agora era a parte onde entrava o Marco, querido como ele é consegue mudar a minha Halle.
Ela saiu do banho e eu indiquei-lhe o que tinha que comer e o comprimido que tinha que tomar, barafustou a dizer que não queria comer, mas eu lá consegui mudar a minha princesa de ideias. Quando se acabou de vestir tinha a Halle de volta, a minha rainha estava linda. Estava na casa de banho a acabar de se maquilhar.
- Halle estão a ligar-te.
- Atende, atende.
- Não esta é mesmo para tu atenderes. – Dei-lhe o telemóvel para a mão desci as escadas e fui até á sala.
Sentei-me no sofá e fiquei á espera de uma reação o que não demorou muito.
- Thaís, Thaís , Thaís meu amor lindo. – Gritou enquanto descia as escadas á pressa.
- Sim.
- Ele disse que eu era linda!
- Ah disse?
- Disse – que sorriso perfeito naquela cara.
- E disse…
- E disse?
- Que a perfeição afinal existe.
Aquele sorriso naquela cara, fez-me ficar tão mas tão contente, tinha a Halle de volta, e eu sei que o Marco a vai conseguir trazer por completo.


***
(Halle)
A Thaís conseguiu que eu saísse de casa, conseguiu pôr-me com um sorriso na cara após vários dias sem sorrir, conseguiu que o Marco me pusesse um sorriso na cara, ele é maravilhoso é uma pessoa tão querida, mesmo conhecendo-o á tão pouco tempo, sinto que posso confiar nele e que tenho um grande amigo ao meu lado.
Saímos de casa, e sem mo dizer percebi que íamos para casa do Marco e tive a certeza quando chegamos.
- Estamos, atrasadas sabes? – Disse a Thaís quando chegamos perto da porta de casa do Marco.
- Desculpa. – Disse.
Bateu á porta, e foi uma senhora loira e bonita que abriu.
- Olá Heloísa.- Disse a Thaís.
- Olá Thaís! – Respondeu com um sorriso na cara.
- Desculpe lá o atraso. – Agarrou em mim e puxou-me mais para ao pé dela- Esta é a Halle.
- Finalmente conheço a Halle, quase há uma semana que oiço falar de ti. – Disse chegando-se junto a mim e dando-me um beijo. – Eu sou a Heloísa a mãe do Marco.
Fiquei um pouco envergonhada sem saber o que dizer, sem saber o que fazer. Estava a ser tudo muito bom mas muito repentino, o Marco na minha vida é estranhamente bom.
Entramos naquela casa e o meu olhar dirigiu-se para o do Marco e fui ter com ele, a Thaís ficou parada no mesmo sítio, achei esquisito e passado um pouco veio ter connosco.

(Thaís)
- Oh Marco...- disse chegando-me perto deles – o que é que o pai do Mario está aqui a fazer?
- O mesmo que tu.
- Pai do Mario implica Mario?
- Sim, implica.
- Olha que não sei se isto vai correr bem.
- Também implica a mãe e os irmãos dele.
- Não pode!
- Ai isso é que pode, estão ali. – O Marco apontou para um sítio da sala, para onde eu olhei também, família Götze em peso, não vou sair daqui viva. – O Fabian tem 23, e o Felix tem 15.
O Mario veio na nossa direção, e agarrou-me a cintura por trás. Estava-se a aproveitar mais uma vez da situação.
- Olha lá tu também chegas aqui tocas e tal!
- Até parece que não gostas!
O Marco e a Halle estavam-se a rir, a rir de nós.
- Tem uma piada ouve lá! Agora eu chego ali ao pé do rapaz que ali está e agarro-me a ele não?
- O rapaz é meu irmão! – Disse o Mario.
- E de ser? É mais bonito que tu! Também não é preciso muito não é verdade?
- Meu! Fala a miss Alemanha!
- Até parece que te tens queixado!
- Também não te costumas queixar!
A Halle e o marco continuavam-se a rir, a rir muito.
- Vá meninos, calma. Não se mantem já que primeiro vamos jantar. – Disse a Halle.
Fomos então para a mesa, e o jantar decorreu entre muitas gargalhadas e brincadeiras, fizemos uma pausa para café, para depois celebrarmos os anos de casado dos pais do Marco.
Estava com o Marco num sofá da sala, enquanto a Halle tinha ido retocar a maquilhagem, levantei-me do sofá e a minha intenção era ir ter com a minha mãe, mas foi o pai do Mario que não me deixou.
- Olá Thaís – disse-me – como está a Halle? – Disse com preocupação na voz - Parece bem, não?
- Sim, ela está bem. O Marco ajuda. – Disse na brincadeira.
Despedi-me dele e fui ter com a minha mãe.

(Mario)
Sai de ao pé do Marco e fui ter com os meus pais e os meus irmãos.
- Quem era aquela? – Perguntou o Felix, ao meu pai.
- É a Thaís a amiga do Mario!
- O que é que tem a Thaís? – Perguntei.
- É tua amiga.
- Pois é – disse.
- É tua namorada? – Perguntou o Felix.
- Não! Sabes bem que Ann é a única rapariga na minha vida.
- A Ann? – Perguntou a minha mãe com tom sarcástico – tu não gostas da Ann! A Ann muito menos gosta de ti! Quem é que queres enganar Mario?
- Astrid! – disse o meu pai.
- Eu estou a dizer alguma mentira? Ele não gosta da Ann! A Ann também não gosta dele!
- Mãe tu não sabes, nem tens a mínima ideia do que eu sinto!
- Mas sei o que é amor, sei o que é amor entre duas pessoas, e tu e a Ann…estão muito longe de se amarem um ao outro.
- Não te metas na minha vida! – Disse antes de sair de ao pé deles.

(Thaís)
Voltamos para a mesa, e com muitos risos acabamos de festejar tudo o que havia para festejar. Fui apresentada ao Fabian e ao Felix, aos dois irmãos do Mario.
Estava na sala sentada no sofá com o Felix ao meu lado, tenho a dizer que o miúdo é bem giro e não tem nada a ver com o irmão, loiro de olhos azuis, nem parece irmão do Mario.
A Halle que estava ao meu lado, saiu com o Marco da sala e eu fiquei entre irmãos Götze, algo me diz que não saio daqui inteira.
- Então? Tens uma amiga gira oh Mario. – Disse o Felix.
- Não tem é dentes para ela. – Disse o Fabian que passou pela sala naquele momento.
Bem, aquelas conversas assim estavam a meter-me um pouco de confusão, estávamos os três sozinhos outra vez.
- Então Thaís! Conta-me coisas! – Disse o Felix outra vez.
- O que e que queres que te diga?
- Sou mais bonito que o Mario.
- És sim senhora, se fosses mais velho…
- Oh então Thaís? Isso é conversa que se tenha? – Perguntou o Mario.
- Olha, fala aquele que disse que me levava para a cama em duas semanas!
O Felix começou-se a rir, agradeço mentalmente não estar ali nem os pais dele nem os meus.
- Ai ele não sabe?
- Não sei o quê? – Perguntou o Felix.
- Não há nada para saber!
- Ai não que não há!
- Thaís! – Repreendeu-me o Mario.
- Já não digo mais nada. – Levantei-me do sofá e fui até à cozinha.
Encostei-me à bancada da cozinha, a minha mãe, a Heloísa e a mão do Mario estavam na conversa e riam-se bastante.
- Então Thaís? Estás sozinha? A minha futura nora? – Perguntou a Heloísa.
- Trocou-me pelo seu filho acredita?
- Eles ficam tão bem juntos. – Disse a mãe do Mario.
- Se ficam – disse a minha mãe.
Bem, já tudo falava em Marco e Halle, notava-se de longe aquela proximidade deles, aquele carinho.
A minha mãe e a Heloísa saíram deixando-me apenas com a mãe do Mario.
- Thaís não é?
- Sim.
Ela sorriu e levantou-se da cadeira onde estava dirigindo-se a mim, encostou-se igualmente á bancada.
- Sou a Astrid a mãe do Mario.
- Sim, calculei.
Saiu de ao pé de mim e voltou a sentar-se na cadeira onde antes estava.
- Davas uma nora melhor do que aquela Ann, aposto. Não gosto nada dela.
- O Mario tem namorada? – Perguntei surpreendida.
- Não sabias?
- Ainda há uns dias disse-me que estava livre.
- Sim a negação é uma das provas que aquele namoro de real não tem nada.
- Thaís, eu notei que entre vocês há algo. – Surpreendeu-me o que disse, fui ter com ela e sentei-me numa cadeira.
- Não, não mesmo Astrid. Acredite que não, nada que se pareça a paixão muito menos a amor, apenas somos uma espécie de amigos percebe? Nem sei se chegamos a sê-lo.
- Independentemente do que exista entre vocês, é muito mais forte do que existe entre ele e a Ann.
- Não diga isso, eles devem gostar um do outro.
- Não, não gostam.
A firmeza com que Astrid dizia aquilo impressionava-me, era tão direta e estava bem segura quanto aquilo que dizia.

- Astrid, sem ofensa mas eles devem gostar um do outro – bem, nem sei porque estou a dizer isto ele provocou-me e fez-me uma proposta muito tentadora, afastei-me dos pensamentos e continuei – o Mario pode ter todas as raparigas que quiser, percebe o que estou a dizer?
- Sim Thaís, eu percebo, o problema é que ela como é, pode ter todos os rapazes que quer, percebe – agarrou a minha mão – posso? – disse apontando para a pulseira.
- Sim.
Tirou-me a pulseira com cuidado, pegou nela e olhou para mim.
- Eles usam-se um ao outro como tu usas essa pulseira, gostas muito dela, mas só a usas em ocasiões especiais ou seja poucas vezes. Durante semanas esta pulseira é trocada por um relógio ou até outras pulseiras, passado muito tempo voltas a usa-la, pulseira essa que usas para te mostrares, que usas para ficares ainda mais bonita.
Estava sem palavras, não sabia bem o que dizer sobre aquilo tudo.
- Bem não sei bem o que lhe dizer.
- Não digas nada. – voltou a pôr-me a pulseira no pulso – tenho a certeza que te vou ver mais vezes.
Sorri e ela retribuiu com um sorriso também.
 A minha mãe e a Heloísa chegaram e eu fui para a sala, estava o Mario com o Marco e a Halle no sofá. Sentei-me junto à Halle.
Não tinha vontade nenhuma de falar, nem eu fala nem nenhum dos restantes se pronunciava também. Estava ali um silencio no mínimo constrangedor.
Peguei na mão da Halle e comecei a brincar com ela a mexer nas unhas dela e nas pulseiras, não me sai da cabeça aquela de que eles se usam como eu uso a minha pulseira.
A Halle olhou para mim, virou-se para o outro lado e disse qualquer coisa ao Marco, pegou-me na mão e puxou-me levando-me para fora de casa.
- O que é que se passa? – Perguntou.
- O Mario tem namorada.
- Ui, que isso não é cara de quem está com ciúmes.
- Claro que não, eu não estou com ciúmes, só se tem ciúmes de quem nos pertence.
- Então que cara é essa?
- Cara de quem não sabe o que pensar.
- Então?
- Acabei de ter uma conversa bastante esquisita com a mãe dele, tens noção que ela me disse que eles não gostam minimamente um do outro e que se usam como eu uso a minha pulseira? E depois disse-me que o pouco, que é nenhum, que há entre mim e ele é mais forte do que há entre ele e a Ann!
- Cá para mim ela quer é ser tua sogra. – Disse a Halle a rir.
- Não gozes Halle! Não tem muita piada.
- Mas tem alguma!
- Tem… Oh Halle não, não tem.
- E tu ficaste a pensar nisso?
- Acho que sim.
- Não penses, é pior.
- E agora vou ali para dentro e ajo como se nada tivesse acontecido?
- E não aconteceu!
- Aconteceu sim senhora ele tem namorada.
- Agora vais agir como se ele não tivesse namorada.
- Vou?
- Vais! Ele disse-te que tinha?
- Não, ele disse que estava livre.
- Então, tu vais agir como se ele estivesse livre.
- Isto vai correr mal!
- Não vai nada, lembra-te que há aposta.
- Ele tem namorada!
- Aposto que isso nunca o impediu de nada.
- Porque é que agora me pareceste Mario a falar?
- Porque digo com todas as certezas que o facto de ele ter namorada nunca o impediu de fazer o que lhe apetece.
Sorrimos as duas, e voltamos lá para dentro. Os meus pais despediram-se de mim, e foram embora, fiquei com a Halle porque hoje ficava em casa dela. Voltamos para o sofá para junto do Marco e do Mario.
- Hoje durmo contigo Halle – disse-lhe.
- Mal empregada a tua companhia para dormir – disse o Marco.
- Oh Marco não te estiques!
- Só disse que é um desperdício a Halle dormir contigo!
- Eu durmo contigo Marco. – Disse a Halle.
- Já agora! E eu durmo sozinha não?
- O Mario acompanha-te nessa tua noite.
- Até acompanhava, e não me importava nada mas tenho que ir para Munique. – Disse o Mario.
- Resultado eu durmo com a Halle, amanhã dou-te autorização para dormires com a Halle, Marco, mas é mesmo só dormir.
- E eu disse o contrário?
- Esse teu ar de inocente não me convence nem um bocadinho.
- A mim nunca me convenceu – disse a Halle- acho que foi isso que me atraiu em ti.
Olhavam-se com uma intensidade enorme, estavam a olhar um para o outro com um grande sorriso na cara.
- Eu acho que estou aqui a mais – disse eu, em quanto me levantava.
- Somos dois – o Mario levantou-se também.
Saí da porta até ao lado de fora. Sentei-me na relva, o céu estava especialmente bonito hoje, mas estava tanto frio. Ele sentou-se ao meu lado, tirou o maço de tabaco do bolso e pôs um cigarro na boca.
Tirei-lhe o cigarro.
- Thaís!
- Agradeces-me depois. Vá não estragues a tua vida que eu estou a deixar de estragar a minha.
- Estás?
- Estou, ontem não peguei em nenhum.
- Que recorde! – Disse no gozo. – Nunca fumo em dia de jogos.
- E os outros?
- Tu que fumas sabes o porquê de o fazeres, sabes porque é que o fazes, e não é bem por te apetecer ou por já ser um vício.
Se sei, fumo quando estou mal, fumo para me ‘’esconder’’ dos problemas, fumo porque tenho necessidade de o fazer, fumo porque ainda não encontrei nada que me faça sentir melhor que o tabaco.
- Eu sei as razões porque comecei e sei as razoes que me levam a continuar, não sei é se são as mesmas que as tuas.
- Fumo principalmente porque não há nada que me faça sentir melhor.
Deitei-me e fiquei a olhar para as estrelas. Ele deitou-se também. O telemóvel dele tocou, tirou do bolso e ergueu-o no ar, queria mas não queria, acabei por olhar ‘’Ann’, era o nome que estava naquele ecrã.
- Não atendes? – Mas porque é que eu perguntei isto?
- Não estou com paciência. – Respondeu.
Sentei-me na relva novamente.
- E eu tenho que me ir embora – disse levantando-me.
- Não vás Thaís!– Disse o Mario agarrando-me a mão.

6 comentários:

  1. Olaaaaa

    Thaís e Mario junta-os :)))


    Capitulo perfeitoooooo :))


    Beijinhos


    Catarina

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  2. Já acabou :o ???
    Oh minha nossa que eu continuava a ler mais e mais e maiiiis! Sabes porque? Porque me deixas completamente viciada por isto. É lindo ver como eles os quatro, enquanto grupo, se estão a dar maravilhosamente bem e que, enquanto casais, há química, há paixão apesar de escondida. Sou viciada, completamente viciada nas tuas histórias.

    Quero agradecer-te por me teres dado a conhecer o Marco. Estou apaixonada por ele e comecei a escrever sobre ele. Nada de publicar! É só rabiscos.

    Besos guapa.
    Quero, necessito e desespero pelo próximo.
    Ana Patrícia Moreira.

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  3. Ja disse que estes capitulos sao demasiado pequenos! Fico sempre com vontade de ler mais!!!
    Marco e Halle é fofinho, mas Mario e Thais conquista-me, encanta-me, PRENDE-ME! Entao ele tem namorada? Mas nao gosta dela? E ela nao gosta dele? Ate eu vidrei naquela parte da pulseira. A forma como a mae dele falou foi estranha...
    E agora o Mario que nao quer deixar a Thais ir? Ele baralha-me! Continuo a querer que o Mario perca a aposta e ate gostava de ver a Thais atirar-lhe a cena da namorada à cara...
    Bem espero o proximo!!

    Beso
    Ana Santos

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  4. OMG Marco e Halle são um casal top, adoro-os <3
    Porque é que paraste agora? Eu quero saber o que é que vai acontecer entre o Mario e a Thaís...
    Bela comparação entre a Ann e uma pulseira... :P
    Por favor, posta mais...
    Amo <3
    Quero mais e rapidinho, pleaseee....
    Beijinhos

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  5. Olá!
    Amei tanto mas tanto! E continuava a ler mais e mais!
    Fiquei tão contente de ver que a Halle está melhor e o Marco ter ajudado foi tão lindo!
    Depois no jantar....amei a mãe do Mario! Já deu para perceber que a Ann e o Mario não gstam um do outro...tem de haver alguma coisa para ele continuar a dizer que gosta dela....e eu quero saber o que!
    Depois a Halle e o Marco cheira-me que vão fazer um casal daqueles hiper mega fofos e queridos *_* quero vê-los juntinhos!
    E depois bem que podiad ter continuado que eu não me importava nada...quero mesmo saber o que é que vai acontecer entre o Mario e a Thais....se ela lhe diz a cena da namorada e ele explicar tudo é que era!!
    Mas pronto eu agora quero é o próximo...asim rapidinho!

    Beijinhos!
    Sofia

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  6. Olá, gostei muito e espero pelo próximo sff bj

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