sábado, 16 de novembro de 2013

2º Capitulo - « Mal empregados os 5 minutos que os teus pais perderam a fazer-te.»

- Sempre podemos ir á segunda ronda, acredita que a noite é uma criança.
- A única criança aqui és tu. – atirei.
- Não te queixas-te.
- Há crianças que brincam melhores que outras, tu tens a sorte de o brinquedo ajudar.
- O que tu querias mesmo era comprovar que o meu brinquedo funciona bem!
Bem aquilo saiu-me sem segundos sentidos, mas parece que o menino leva tudo para onde não deve. E agora o que tenho a fazer é apenas responder na mesma moeda.
- Oh, oh! Nem vás por aí nem que fosse o último brinquedo á face da Terra!
- Quem desdenha quer comprar!
- Nunca vou ás compras sem a Halle!
- Vamos fazer uma aposta!
- Ai vamos?
- Vamos!
- Diz lá então!
- Eu aposto que num mês consigo-te levar para a cama.
- Andas assim tão necessitado?
- Admito que me dás um certo gozo em provocar, e tenho a certeza que vais cair aos meus pés.
- Estás muito confiante estás!
- Ainda melhor! Vamos apostar duas semanas. Hoje é quarta, aposto que vais cair na minha caminha em duas semanas.
- Estás com uma confiança ouve lá!
- Não aposto sem ter certezas!
- Ora bem, então alinho nessa aposta o que é que eu ganho com isso? – perguntei.
- Se eu perder a aposta, o que não vai acontecer, faço uma coisa que tu queiras, apenas uma, pedes, mandas e eu faço. – repondeu seguro de si.
- Ai que isso vai-me dar tanto gozo.
- E se tu fores para á minha caminha, o que é que eu ganho? - perguntou
- Como eu não vou perder, alinho no mesmo que tu, faço o que tu quiseres.
- Ora bem além de uma noite contigo, tenho a consequência de tu teres perdido?
- Não, não vai ser assim porque sou eu, Thaís, que vou ganhar!
Pisquei o olho e saí dali á procura da Halle. Ai aquele olhar, ai aquele corpo ou muito me engano ou meti-me com o rapaz errado.
- Halle!
- Que cara é essa?
- Tu prende-me em casa durante duas semanas por favor, é que eu não vou resistir…eu vou-me a ele mais tarde ou mais cedo.
- O quê?
- Eu odeio aquele rapaz juro-te que odeio!
- Quem? O Götze ?
- Sim esse mesmo, esse alemão de meia tijela!
- Tu gostas dele, vá admite!
- Cala-te, cala-te!
- Nunca te vi nesse estado tão louco sem ser com bebida, o que é que estás a beber? – olhou para o meu copo e mexeu-o.
- É só o primeiro bloody mary!
- E já estás nesse estado acelerado?
- Não estou acelerada, mas tens razão preciso de mais alguma coisa um gin tónico deve-me acalmar.
Sai dali e fui até ás bebidas, sim era o que eu precisava mesmo um gin tónico.
- Não bebas muito! Não quero que depois, não te lembras da nossa maravilhosa noite.
Lá vinha o rapaz provocar-me outra vez.
- Se eu me lembrar é esquisito, já que ela não aconteceu nem vai acontecer.
- Nunca digas nunca!
- E tu nunca digas coisas sem certezas.
Ai que eu juro que ele me irrita, juro que ele me faz querer mais do que posso ter e ainda me vai conseguir a aposta.
- Áh, a pouco esqueci-me de dizer uma coisa.
- O quê?
- Levar para a cama, mas sem jogo sujo! Nada de estados alcoolizados e nada de truques parvos.
- Para vires parar á minha cama não vou precisar de bebida e muito menos de droga, garanto-te que vais de livre e espontânea vontade.
- Oh sim, vai sonhando comigo na tua cama.
- Pode ser na tua desde que seja!
Continua-me a irritar, ai meu Deus. Bebi o gin tónico todo no meio daquela conversa, ele poe-me fora de mim.
- Bem oh alemão, eu vou-me embora que preciso de descansar.
- Sim alemã, repõe as energias todas, quem sabe amanha não é o teu dia de sorte!
- És tão parvo miúdo.
Cheguei perto dele e dei-lhe um beijo na bochecha escusado de dizer, que ele quando tem abusa, coisa que fez quando me agarrou as nádegas e me puxou para ele mordendo-me mais um bocado o pescoço.
- Adeusinho – disse em tom de provocação.
Levei as duas mãos á cara, onde é que eu me fui meter?
- Vamos embora? – perguntou a Halle.
- Sim, sim.
Caminhamos as duas em direção ao Marco para nos despedir-mos dele.
- Obrigada pelo convite, a festa estava um máximo – disse a Halle – qualquer coisa depois falamos tens o meu número não é?
- Sim, sim. E tu Thaís? Gostas-te da festa?
- Muito. Vá Marco, estou cá com o sono, Halle conduzes tu, eu hoje até durmo em tua casa e tudo.
- Se quiserem cá ficar há camas.
***

- Halle? – chamei por ela já de luzes apagadas na cama.
Tínhamos mesmo aceitado o convite do Marco e tínhamos ficado cá em casa, ganhamos uma confiança com ele em pouco tempo.
- Diz.
- E se eu perder a aposta?
- Vais ter que fazer o que ele quiser.
- E se ele disser para irmos para a cama?
- Vais, porque para perderes a aposta tiveste de ir, por isso não irá ser um sacrifício.
- Oh Halle, mas quem te disse que eu quero ir para a cama com ele?
- Tu! Até me disseste para te prender em casa durante duas semanas.
- Mas ele não está a jogar em Bayern? Então ele em duas semanas deve cá estar poucos dias, não vai ser assim tão difícil.
- Mas eu concordo com ele, acho que vais perder a apostar lamento informar.
- Cala-te! Então e tu oh princesa Halle diz-me lá o Marco e tal.
- Amigos, e vamos ser grande amigos, ele é muito querido.
- Ah, muito me contas sim senhora.
- Eu acho que ele anda é de olho em ti.
- Não te ponhas com ideias Halle, foste tu que ficas-te com o número dele. Thaís Reus fical mal, Halle Reus fica melhor.
- Ah tu vais pelos nomes? Tens razão Thaís Götze fica muito melhor, nem se compara.
- Oh Halle , pensa bem não, não mesmo! Vá eu vou dar uma volta. – disse levantando-me.
- Uma volta? Em casa estranha? Vais mas é ver se o vês.
- Sim tenho uma certa curiosidade em o ver de boxers!
- Mas ele ficou cá?
- Não sei mas eu vou descobrir.
Sai da cama, e sai do quarto estava apenas com uma t-shirt, a minha próxima paragem casa de banho mesmo.
Quando me olhei ao espelho assustei-me, a maquilhagem já estava um pouco borratada e o meu cabelo muito despenteado.
Tirei maior parte da maquilhagem e arranjei o cabelo, ia a sair da casa de banho quando vejo aquele pedaço de mau caminho de boxers a caminhar e com um pacote de gomas na mão.
- Oh baby? – eu não acredito que acabei de o chamar isto.
Ele olhou para trás e sorriu, veio ter comigo e manteve-se á minha frente,
- É hoje? – perguntou.
- Não se pode ter uma conversa normal contigo?
- Eu gosto mais de agir se é que me entendes.
- Oh, vá dá-me uma goma!
Pegou numa e estava a fazer aviãozinho até á minha boca, mas quando eu ia trincar não me deixava, estava mesmo a enervar-me e muito.
- Eu sou alguma criança? Dá-me mas é isso!
- Aqui a criança sou eu não é verdade? Mas sabes ? Não gosto nada de brincar sozinho.
Continuava a brincar com a goma. Já me estava a fartar e a primeira vez que vi a goma mais perto da minha boca aproveitar para a agarrar e acabei por trincar também os dedos dele.
- Eh lá que ela é brava!
- Ai como tu me enervas.
- A morder assim, mal posso é esperar pela nossa noite oh doida.
- Mal empregados os 5 minutos que os teus pais perderam a fazer-te.
- 5 minutos? Nós conseguíamos fazer filhos em menos!
Peguei numa goma do pacote e enfiei-lha na boca.
- Vá isso come , e a sério fica calado. Vai dormir vai!
Encaminhei-me para o quarto e deitei-me novamente na cama com a Halle, sei que ela ainda está acordada eu tenho a certeza.
- Boa noite rainha. – disse-lhe preparando-me para dormir.
- Boa noite amorzinho, sonhos com Mário.
Não respondi á provocação da Halle, e apenas adormeci.
***

Acordei mas com a luz a bater-me nos olhos virei a cara para a almofada e deixei-me estar, a Halle já tinha saído á um bom bocado e eu tinha ficado mais um pouco na cama, sei que não devia abusar muito já que a casa não é minha, mas o Marco é um querido e não se importa de certeza,
Ainda estava cansada mas tinha mesmo que me levantar. Estiquei o pé e senti algo, algo diferente, uma pela uma perna. Supostamente eu estava sozinha naquela cama, sozinha. Continuei com a cabeça enfiada naquela almofada, o melhor é mesmo dormir, voltar a dormir quando acordar pode ser que aquela perna não esteja lá.
Senti ‘’a perna’’ a aproximar-se de mim, uma perna e um braço oh Deus!
Depressa tirei a cabeça para ao lado e bem, mas este rapaz é o único que me tem aparecido á frente nas ultimas 12 horas.
- Bom dia! – disse ele.
- Bom dia? E posso saber o que é que estás a fazer na mesma cama que eu?
- O Marco dá pontapés de noite!
- E não há uma data de metros quadrados de chão?
- Há, mas esta cama é bastante mais confortável.
Deitei-me de modo a olhar para ele e de vez em quando ia fechando os olhos, o que estava mesmo a tentar fazer era mira-lo sem ele perceber.
- Então e gostas-te da nossa manhã?
- Do quem?
- Manhã , a nossa manhã ou já te esqueces-te?
- Não me enganas, eu ainda me sinto, e ainda sei o que faço, e de certeza que me lembrava de uma coisa tão má, acredita!
- Não fales sem saber!
- Vai te embora! – peguei na minha almofada e atirei-lha para a cara – Vá, vai-te lá embora!
- Tenho-te a dizer que a minha cama, ainda é melhor! Tu vais saber disso!
- Oh sim, vai-te lá embora que eu tenho que me ir arranjar, tenho coisas para fazer.
             Ele acabou por se ir embora e eu acabei por me arranjar, eu não acredito que tenho a marca dos dentes dele no meu pescoço de ontem. Tinha pouca roupa para vestir apenas a que tinha posto no saco ontem, uns calções e um top, estamos no outono mas não é por isso que deixo de vestir roupas mais abertas, não é comum eu vestir vestidos como ontem, justos e sexys ,mas o resto da minha roupa comum, mais decotada uns dias, menos decotada outros dias. Quando pus a roupa ontem na mala era só para ficar por casa da Halle, mas agora vou ser observada pelo rapaz.
           



            Quando me acabei de vestir, desci peguei nas minhas coisas, arrumei um pouco o quarto e fui para baixo.
            - Eh pá que o verão chegou e ninguém me disse nada!
            - Tens algum problema com a minha roupa?
            - Tenho, mas acredita que eu o resolvia em pouco tempo.
            - O Marco? – perguntei.
            - Está na sala. – disse-me.
            Fui até á sala e encontrei-o no sofá.
            - Marco, desculpa ter ficado até esta hora.
            - Não tem mal Thaís a sério, a Halle já se foi embora, eu levei-a para tu ficares com o carro.
            - Oh obrigada, obrigada mesmo, bem eu vou indo.
            - Não queres tomar o pequeno-almoço? – perguntou.
            - Não deixa estar, e ainda tenho que ir a casa dos meus pais e trato lá das coisas.
            - Está bem tu é que sabes. – baixei-me e dei-lhe um beijo na bochecha.
            - Obrigada mais uma vez, e até á próxima, que imagino que não será muito tarde.
            - De nada, e até a uns dias creio eu.
             Sim uns dias, acho que já há jantar programado para casa dos pais dele para a semana, são os melhores amigos dos meus pais acho que é por isso que há esta relação.
            - Olha lá e eu nada de te despedires?
            - Mas tu és alguém oh Mário?
            - Sou o rapaz que vai ganhar a nossa aposta.
            - Sonha, vá adeus.
            Cheguei-me perto dele e dei-lhe um beijo na bochecha, afastei-me dele e ele deu-me um beijo na outra bochecha, escusado será dizer que me mordeu.
            - Eu ainda vou ter a minha vingança! – disse eu – ah! E duvido que nas próximas duas semanas me ponhas a vista em cima!
            - Vou pôr sim senhora, e duvido que seja só a vista!
            Sempre o mesmo, com as respostas todas na ponta da língua, o meu destino agora era a casa dos meus papás.
            Não demorou muito até lá chegar, estacionei o carro e entrei em casa, hoje era quinta, tinha as minha miúdas para estar á tarde e a manhã com a minha mãe que hoje tinha o dia de folga.
            - Bom dia mãe.
            - Bom dia Thaís.
            Atirei-me para o sofá e descalcei os sapatos,
            -Estou cansada! Cansada de não fazer nada é o que é mãe!
            Ela riu-se e sentou-se ao pé de mim.
            - Desculpa não ter vindo mais cedo para passar mais um pouco de tempo contigo.
            - Não tem mal filha, terça vamos jantar a casa da Heloísa e do Anselm, fazem aniversário de casamento.
            - Já suspeitava, o Marco é mesmo querido.
            - É tem a quem sair é o que te digo, a Heloísa e das melhores amigas que eu podia ter e a Elmara também.
            Claro, a Elmara a mãe da minha Halle, as nossas mães têm uma relação parecida com a nossa.
            - A Elmara conhece a Heloísa? – perguntei.
            - Não Thaís, mas acho que se deviam conhecer, um dia fazemos um jantar cá em casa.
            - É a Halle deu-se tão bem com o Mário.
            - Com o Mário? – perguntou a minha mãe confusa, apercebi-me do que tinha dito com o Mário, foi o que eu disse.
            - Com o Marco mãe, com o Marco enganei-me.
            - Quem é o Mário?
            - Sem lá quem é o Mário!
            - Não sabes não! E não é pouco! Thaís eu não nasci ontem, eu sou tua mãe.
            - Contigo não se pode mesmo omitir nada.
            - Sabes bem que não.
            - O Mário é um rapaz.
            - Sim até aí eu já tinha chegado, Mário não é nome de rapariga.
            - Oh mãe, ele é parvo.
            - Posso dizer que pareces uma adolescente a dizer isso e não te chateias comigo?
             - Podes.
            - Pareces uma adolescente a dizer isso! E agora é o momento em que eu se calhar dizia a típica frase ‘’ já vi amor começar com muito menos’’, mas é melhor não, não quero a minha princesa revoltada contra mim.
            - Dá-me gozo apenas provoca-lo, nada mais.
            - Se tu o dizes eu acredito.
            - Não acreditas nada mãe, vá mas finge que acreditas.
            Começamos as duas a rirmo-nos, tinha uma certa piada, mas a verdade é essa dá-me gosto gozar e provoca-lo apenas isso.

***
            - Thaís? – chamou a Irma.
            - Diz.
            - A Halle não vem?
            - Bem meninas vocês gostam mais da Halle do que de mim!
            - Não é isso Thaís. – disse-me a Alexia – nós gostamos de vos ver juntas.
            - São tão fofinhas! – disse a Lóris.
            - Eu não sei se ela vem hoje meninas, mas vou mandar-lhe mensagem a dizer que as minhas pequenas precisam urgentemente dela.
            Eu adoro estas miúdas, são parte da minha vida, comecei este ano em abril e até agora conheço-as tão bem que não as troco por nada, gosto mesmo delas, o pior são as perguntas difíceis.
            - Thaís, tu tens namorado?
            - Não Lóris.
            - Porquê? – perguntou a Irma.
            - Porque ainda não chegou a pessoa certa.
            - Há uma pessoa certa?
            - Claro que há, um dia vem assim um príncipe num cavalo branco e pronto leva-te o coração.
            - Não gosto de cavalos brancos. – comentou a Lóris.
Ri-me com a sua afirmação.
- Não é preciso ser num cavalo branco Lóris, é uma maneira de dizer, quando esse alguém aparecer tu saberás!
- Saberei?
- Sim, porque ele vai-te fazer sentir muito bem, como quando estás com muita fome? Quando comes sentes-te bem, e é assim que ele te vai fazer sentir, bem.
- Mas e se não encontrar essa pessoa?
- Ela vai aparecer mais tarde ou mais cedo.
- Também vais ter uma pessoa certa?
- Acho que sim.
- Thaís depois podemos ir ao teu casamento?
- Ai vocês são tão doidas, sim podem ir ao meu casamento, se eu alguma vez me casar, e vão ser assim todas minhas damas de honor. E agora vamos mas é parar de falar, e vamos ao que interessa.
***
Cheguei a casa da meus pais, entrei e fui até ao quarto arrumar umas coisas na mala, uns livros e roupa para amanhã, passo metade do tempo em casa da Halle e a outra metade aqui, já esta tudo habituado.
- Mãe? – chamei.
- Estou na sala.- respondeu.
- Vou dormir a casa da Halle mãe – disse quando estava a entrar na sala.
- Olá Thaís. – disse a Elmara.
- Oh Elmara já tinha saudades suas.
- Tuas Thaís, tuas.
- Oh pronto, eu não me habituo ao tu, tua.
Sentei-me no colo da Elmara e dei-lhe um beijinho.
- Então e como foi lá Paris? – perguntei.
- Bonito, mas já tinha saudades.
- Deixar a filhinha sozinha é sempre mau.
- A filhinha já tem 23 anos.
- Ter tem, mas continua a ser a princesa da Elmara.
- Continua pois, e tu ali a princesa da Minna, olha para a cara dela já toda cheia de ciúmes porque eu roubei a Thaís.
Riram-se as duas e eu acompanhei, fui ter com a minha mãe e sentei-me no colo dela.
- Vá mãe, sabes, que não te troco por nada não sabes?
- Não sei, não sei, és capaz de me trocar por aquele rapazito como é que ele se chama? Mário é isso!
- Então estive fora uma semana e já há novidades?
- Não, não há novidades!
- Há, há! – disse a minha mãe.
- Vá Thaís, conta.
- Não há nada para contar! Há um rapaz que me enerva e é só isso, ele provoca ele é parvo ele é estupido.
- È, eu já vi amor começar com muito menos.
- Vá juntem-se as duas contra mim! Eu vou para casa da Halle e devo ficar lá a dormir.
- Sim, passas mais tempo em casa da Halle do que aqui. – disse a minha mãe a brincar.
- Também entre vocês e a Halle, que venha o diabo e escolha. Não se calam com o caramelo do Mário.
- E eu que pensava que caramelo era o teu sabor preferido. – disse a minha mãe.
- E é!
- Isso explica muita coisa.- disse a Elmara.
- Ai eu odeio-vos.
- E eu a pensar que nos amavas! – disse a Elmara.
- E amo – dei um beijinho a cada uma – adeus.
- Adeus Tháis.
- Adeus filha.
Sai de casa e fui até casa da Halle.         
Quando cheguei abri a porta, poisei as chaves e reparei que ela já estava em casa.
- Cheguei Halle – gritei da entrada.
- Estou na cozinha.
Poisei a minha mala, e fui até á cozinha.
Quando entrei deparei-me com um cenário esquisito, para meu espanto a Halle não estava sozinha.

- Olá Thaís – disse-me. 

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Olá (:
Aqui está o segundo capitulo , maior que o primeiro e espero que gostem.
Obrigada a todas as meninas que seguem , e a todos os comentários, um grande obrigada mesmo.
Espero as vossas opiniões.
Beijinhos,
Mahina

6 comentários:

  1. Ai ai ai ai ai! Eu nem começo com Olá.
    Vou-te contar, meteste-me com um sorriso parvo desde o inicio ao fim. A Thaís e o Mario vão dar-se tão bem :o esta aposta é assim qualquer coisa de muito perigosa! Qualquer um pode resistir, qualquer um pode ceder, mas era giro que daqui a duas semanas nada tivesse acontecido só para calar o Mario.
    A relação da Thais com as as meninas é tão deliciosa *o* amei mesmo. Assim como a dela com a Elmara e da Elmara com a Minna. Simplesmente amei tudinho né? <3
    Agora...será que é ele? Ou outra pessoa?
    Depressinha o próximo, beijinhos.
    Ana Patrícia Moreira.

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  2. Olá!
    Eu adorei isto! Faz-me rir tanto xD Thais e Mario...esquenta! Ele tem cada resposta! Nao sei como tens inspiraçao para tanto, eu tenho tanta dificuldade em escrever este coisa da conversa do engate... Espero que o Mario perca a aposta! Espero mesmo mesmo mesmo!!!
    E agora quero o proximo!!

    Beso
    Ana Santos

    P.S. Um pequenino conselho de quem anda aqui há mais de dois anos e já fez muitas asneiras na escrita: nao te precipites a juntar personagens ou coisas do genero, senao corres o risco que perder aquela ponta de credibilidade que uma história deve ter ;)

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  3. Olaaaa


    Adoreiiii :)))


    Beijinhossss


    Catarina


    p.s : Já te sigo

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  4. Olá!
    Ammmeeeiiiiii mas amei mesmo!
    Aquela aposta da Thais e do Mario ui ui! Tou para ver quem ganha! A Thais espero eu...mas que se dêm muito bem depois disso e resulte alguma coisa! Mas eu adoro os dois e as picardias deles são muiitttoo boas!!
    Adorei também o resto das meninas! São umas queridas! E amei também a conversa da Thais com a mãe!
    Agora que raio quem é que ta na cozinha? Se fosse o Mario tinha muita graça. Mas não deve ser. E cenário esquisito? Calma agora tava aqui a pensar....será o Marco? Eu quero é o próximo rapiddiinnnhhooo que já tou a morrer de curiosidade.
    Beijinhos.

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  5. Olá...amei este capitulo :)
    Até tenho medo dessa aposta entre a Thais e o Mário...ou mt me engano ou n dou duas semanas para se envolverem ;)
    Amo as provocações de ambos.
    Próximo sff :*

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  6. Ansiosa por mais...
    Amo muito <3
    Beijinhos

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